Tristeza e infelicidade NÃO SÃO a mesma coisa. Saiba a diferença…

Tristeza e infelicidade não são a mesma coisa.

Felizes ou tristes

A imagem nesse quadro é interessante e faz muitas pessoas pensarem e refletirem sobre suas próprias vidas. Ainda que algumas pessoas neguem sua realidade interior, ou ainda que outras possam admitir sua situação interior quando se identificarem com a lista das “pessoas tristes” desse quadro, eu pergunto a vocês: Como ajudar as pessoas a saírem disso?
Do que adianta refletir, pensar, se não mudar?

Aqui vai a minha ajuda:

Todo cristão precisa saber que o autoconhecimento (conhecer a si mesmo) é o caminho para a cura da alma à luz da Palavra (Sl 139.23), quem não SE conhece, não consegue ir muito longe na cura interior. E por que? Porque Deus só entra nos “lugares” que O convidamos (Ap 3.20).
Já nos lugares que não temos acesso (não enxergamos) ou que não abrimos para Ele entrar, Deus respeita, e não invade. Ele não entra sem bater, e não “arromba” a porta. É um princípio dEle.

Por causa disso, algumas pessoas que são crentes, passam a vida inteira com problemas na alma, e as vezes, problemas tão enraizados, que essas pessoas já até se acostumaram a viver assim, e não as incomoda mais.
Quando não incomoda, quando nós nos “acostumamos”, a nossa alma tende a se acomodar no problema sem nunca querer mudar.
E qual é o problema disso?
O problema é que podemos nos tornar pessoas realmente infelizes e frustradas devido ao comodismo nos problemas de alma que nos acostumamos, podemos nos tornar carrascos da nossa própria alma, ou prisioneiros de si mesmo.

Mas então o que fazer?
Qual é o caminho para não nos acostumarmos e não nos acomodarmos?

Em primeiro lugar, adquirir conhecimento sobre a diferença de:
1) Felicidade X Alegria
2) Infelicidade X Tristeza

Tristeza e infelicidade não são a mesma coisa.
Alegria e felicidade não são a mesma coisa.
A felicidade não é uma sensação, nem uma emoção. Porém, alegria e tristeza são emoções e sensações.
Emoção não é felicidade. Tanto a emoção como a sensação PASSAM… são momentâneas…
Felicidade é algo muito além de emoção ou sensação: felicidade é um estado constante de contentamento interno, que nada tem a ver com as coisas externas, com circunstancias.A felicidade permanece, independente das circunstancias, mas a emoção passa, muda de acordo com a circunstância.

Exemplos:
Você pode SER alguém feliz, porém pode ESTAR em um momento triste. Pode ser que você seja feliz, mas esteja em um velório, chorando a partida de alguém amado/amada. Isso significa emoção de tristeza, mas não significa sentimento de infelicidade.
Ou: você pode SER alguém infeliz, porém pode ESTAR em um momento alegre. Pode ser que você esteja em uma festa, rindo, animado(a), se alegrando (alguns bebem vinho para isso) etc, em busca de sentirem ALEGRIA e sensações de bem estar… porém, se você não for feliz, quando aquele MOMENTO passar, quando aquela emoção de alegria passar, a sua realidade virá a tona: a infelicidade, a insatisfação, a ingratidão, a falta de contentamento. Tudo isso revela um interior infeliz.
Entendeu?
Não tem nada a ver com TER coisas… Há muitas pessoas infelizes que TEM TUDO que o dinheiro pode comprar… porém, não são pessoas felizes.
A felicidade não é algo passageiro, ela não é emoção.
A felicidade não é suscetível aos acontecimentos EXTERNOS,
e por que?
Porque ela é interna, é uma “conquista” INTERNA. (Não externa).
Ao entender isso, o primeiro passo foi dado em direção à felicidade, pois a pessoa para de se iludir, para de achar que sentir alegria é a mesma coisa que ser feliz. Assim, a pessoa também para de colocar a alegria no topo de seus objetivos, e começa a almejar algo bem mais profundo.

Como se tornar uma pessoa realmente feliz?
O segundo passo é descobrir se você é infeliz.
Por que?
Porque muitas pessoas infelizes simplesmente aprenderam a esconder de si e dos outros o quanto são INfelizes. E por que? O motivo é simples: por orgulho e vaidade.
Por orgulho e vaidade, muitas pessoas entram em um estado interno de competição alheia, é um “fenômeno” comum, principalmente para quem frequenta as redes sociais.
Todos os dias milhares de pessoas “postam” as situações mais variadas de suas vidas, e parece que postar a “felicidade” (ou melhor) postar as alegrias e prazeres que estão vivendo, virou uma competição silenciosa ENTRE TODA A HUMANIDADE.
O motivo por trás disso, por trás de toda essa competição silenciosa, é o orgulho e a vaidade.
E o motivo por trás desse orgulho e dessa vaidade é… pasmem… é…
É a baixa autoestima e a INFELICIDADE das pessoas.

Ou seja, quanto mais a pessoa PRECISA “postar” seus bons momentos, mais ela/ele está revelando que é infeliz
E que aquele esforço todo é uma tentativa de convencer a si mesmo (externamente) é uma atitude até inconsciente de contrariar a sua realidade INTERIOR de infelicidade, com algo EXTERIOR ligado a alegria e aos prazeres, porém INTERNAMENTE não podemos mudar nada com coisas EXTERNAS.
A nossa alma sabe que tudo que externamos, que damos, revela o que estamos cheios! (Mt 12.34). E por isso, esse hábito de postar, postar, mostrar, mostrar, é uma tentativa da nossa alma de convencer ao mundo ao seu redor de que aquilo equivale ao nosso interior… porém, não é verdade. Por que? Se você observar, quem tem mesmo, doa naturalmente! E não fica fazendo propaganda. Quem muito fala, pouco faz! Quem muito se auto afirma, revela fragilidade interior.
Nós damos o que temos! De fato, mas as vezes não divulgamos o que temos! Mas divulgamos mentiras! Divulgamos uma falsa felicidade!
Quem é realmente feliz: NÃO PRECISA MOSTRAR A PRÓPRIA FELICIDADE PRA NINGUÉM.
Simplesmente, não sente essa necessidade!

Se a pessoa sente essa necessidade, já é sinal de que não é feliz.
Assim, esse é o segundo passo em busca da felicidade: descobrir se você ainda é infeliz, e parar de ocultar isso de você mesmo, de Deus, e das pessoas que você ama.

O terceiro passo é:
Entender que “o interno só muda com o interno”!

Há coisas internas (que acontecem internamente em nós), e há coisas externas.
E o que é interno que realmente pode nos mudar??
1) Deus: Deus age e opera em nós INTERNAMENTE.
2) O amor: ele também é interno.
Esses são os dois maiores “fatores de mudança” no universo!
Mas observe também que Deus é Amor! Ele é feito disso!

“E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele.” (1 João 4:16)

O quarto passo é: você precisa entender o que é o amor.:
O amor (o verdadeiro amor) NÃO É UMA EMOÇÃO, ele é uma escolha e uma decisão! É incondicional.
Uma mãe (ou um pai) decide amar seu filho, não importando absolutamente nada, se o filho é “assim ou assado”, não importa, ela (ele) o ama! E ponto final.

O amor não passa ou acaba com as circunstancias.
Ele só passa, se ele for falso, ou baseado em uma mentira.
Por exemplo, se uma mulher se casa com um homem que fingiu ter uma certa personalidade, e no decorrer dos anos a real personalidade dele aparece, essa mulher pode descobrir que o homem que ela “amava” não existe ou nunca existiu! Esse é o motivo de algumas mulheres perderem o amor, porque na verdade, nunca amaram a realidade, e sim amaram a ilusão, a ficção. Por isso acabou, porque na verdade, nunca nem existiu.

O amor verdadeiro não acaba!
veja o que diz a Escritura:

O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

(1 Coríntios 13:4-13)

Esse é o quarto passo.
Quando você entende tudo isso, aí poderá ir ao quinto passo:
Pedir a Deus que te mostre o que te impede de vivenciar o amor dEle por você, o que te impede de ouvir a Sua voz, crer em Sua Palavra, e O obedecer em tudo o que Ele te direcionar.
Aí vem o autoconhecimento bíblico:

“Examina-me, Senhor, e prova-me; esquadrinha os meus rins e o meu coração.” (Salmos 26:2)
 

“Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos.” (Salmos 139:23)

Quando você começa a enxergar, tudo vai entrando em seu devido lugar dentro de você!
E começa a acontecer um “gerenciamento” das suas emoções e dos seus pensamentos a luz do Espírito Santo de Deus.
Então naturalmente você começa a doar aquilo que está cheio o seu coração:

“O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca.” (Lucas 6:45)

Você então:

– Para de culpar

– Para de ser dono da verdade

– Para de guardar rancor

– Para de criticar o tempo todo

– Para de fofocar (falar mal)

– Para de sentir inveja

– Para de esconder informações boas

– Para de pensar negativamente

E você passa a:

– Ser responsável pelas suas escolhas e decisões

– Ser grato(a) mesmo que ninguém te dê razão

– Ser perdoador(a)

– Ser cuidadoso(a) com as palavras, relatos e ideias

– Se alegrar com a vitória alheia

– Ser compartilhador(a) de boas informações

– Ser positivo(a)

A felicidade tem a ver com a obediência a Deus.
Tome a decisão de obedecer, e de não permanecer sendo a mesma pessoa, Deus quer te transformar em alguém melhor a cada dia!
Deus quer te dar a felicidade!
Tome a decisão de deixar Ele te transformar diariamente em alguém melhor, em alguém mais parecido com Ele!

Que Deus te abençoe,
Sarah Sheeva
01.09.17

 

Não seja um “crente-humanista”

Fazer as coisas que queremos, e esperar que Deus abençoe é humanismo.
(Humanismo = Antropocentrismo: Ser humano no centro do universo: “O ser humano passou a ocupar o centro de interesse da sociedade, das artes e das ciências. Com isso, o ser humano tomou o lugar que antes era ocupado pela religião e, consequentemente, pela Igreja” – Fonte: Internet).
Deus vai abençoar o homem em tudo que o homem quer?
Não, Deus vai abençoar o que Ele quiser, o que for da vontade dEle.
A nossa vontade não pode ser “um deus”.
E a vontade de Deus é que precisa ser obedecida.
Se o que queremos é da vontade dEle, então ótimo, Ele vai abençoar!
Mas, se o que queremos é vontade nossa, da nossa carne, da nossa alma, do nosso vazio interior, ou até do diabo… então Deus não vai abençoar não.
E, se seguimos a nossa vontade, erramos.
As vezes, erramos em achar, pensar, acreditar, que Deus estava abençoando a nossa vontade. E o erro, se não for reconhecido, nunca será corrigido em nossas vidas!
“Ah, mas Deus perdoa esse erro… ou aquele erro…” 
Quem somos nós para dizer a maneira como Deus julgará a cada um?
Uma coisa sabemos, a Bíblia nos mostra (em várias situações) que a “barriga de peixe” de cada um na vida, é do tamanho da “dureza do coração” de cada um na vida.

Preparou, pois, o Senhor um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe (barriga do peixe).” (Jonas 1.17)

“Este povo maligno, que recusa ouvir as minhas palavras, que caminha segundo dureza do seu coração, e anda após deuses alheios, para servi-los, e inclinar-se diante deles, será tal como este cinto, que para nada presta.” (Jeremias 13.10)

“Dizem continuamente aos que me desprezam: O Senhor disse: Paz tereis; e a qualquer que anda segundo a dureza do seu coração, dizem: Não virá mal sobre vós.” (Jeremias 23.17)

  “Eu também andei para com eles contrariamente, e os fiz entrar na terra dos seus inimigos; se então o seu coração incircunciso se humilhar, e então tomarem por bem o castigo da sua iniqüidade” (Levítico 26.41)

“E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o Senhor teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não.
E te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram; para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor viverá o homem. Nunca se envelheceu a tua roupa sobre ti, nem se inchou o teu pé nestes quarenta anos. Sabes, pois, no teu coração que, como um homem castiga a seu filho, assim te castiga o Senhor teu Deus.”  (Deuteronômio 8:2,3,4,5)

Cada um vive a luta que vai transformar seu próprio caráter.
E por que?
Porque Deus é o Pai que sabe educar melhor. Ele sabe tudo, Ele é Perfeito.
Não mudaremos a Deus (que é Perfeito).
Quem tem que mudar somos nós (que somos imperfeitos).
Ele tinha razão, Ele tem razão, e Ele sempre terá razão em tudo, para todo o sempre.
Todos nós prestaremos contas a Ele.
Então, como estão as coisas na sua vida?
Estás vivendo de acordo com a vontade dEle?
Que cada um sonde seu próprio coração e sua própria vida.
A escolha que o nosso irmão (ou nossa irmã) está fazendo, não é problema nosso, pois cada um dará conta de si mesmo diante de Deus.
Eu estou correndo atrás de ser fiel e de agradar a Deus diariamente, correndo atrás de OBEDECER… isso já é um desafio suficiente para me ocupar MUITO em todos os meus dias. Que cada um possa “correr atrás” também.
Queremos ajudar ao próximo?
Ou queremos julgar ao próximo?
Só podemos ajudar os outros se já somos livres.
Você é livre?
Ou você ainda serve ao mundo, ao humanismo (antropocentrismo), e as suas próprias vontades?
Como existem “crentes-humanistas” hoje em dia…
Eu mesma demorei muito para ser livre do “humanismo-gospel”, mas hoje eu sou livre!
Hoje, eu não sou uma crente-humanista, sou uma crente-teocentrista!
O crente-humanista coloca a sua própria felicidade na frente de Deus.
O crente-teocentrista coloca Deus na frente da sua própria felicidade.
A nossa felicidade não é mais importante do que obedecer e agradar a Deus.
Obedecer a Deus, fazer a vontade dEle, é mais importante que satisfazer as nossas vontades e a nossa felicidade.
Por que?
Porque aqui nessa dimensão da vida terrena tudo vai acabar rápido (já está acabando todos os dias…) porém, há uma eternidade que nos aguarda.
A eternidade é mais real do que a Terra (dimensão temporal).
A morte física (que leva para a eternidade) é bem real! Se você já perdeu alguém que você amava, sabe que é verdade.
A eternidade é real.
Na eternidade não haverá como escondermos de Deus SE realmente O obedecemos ou não. Ele saberá exatamente quem O obedeceu, e quem não O obedeceu.
É isso que importa gente.
É isso que importa.
Não importa o que os outros pensam.
Não importa o que acontecer “fora” da gente.
Importa o que está acontecendo “dentro” = importa se nós estamos obedecendo a Ele ou não.
Esse “lugar” dentro de nós (da obediência) não é visível para mais ninguém!
Somente para DEUS.
Só Deus sabe quem está sendo realmente fiel a vontade e ao comando dEle.
Vencer, é vencer POR DENTRO.
Ser livre, é ser livre POR DENTRO.
É tudo POR DENTRO.
O “passaporte” para a eternidade é POR DENTRO.
Temos que nos preocupar é com isso (com a nossa própria fidelidade a Deus).
Por que?
Porque não adianta ter aceitado a Cristo, estar frequentando uma Igreja, e ler a Bíblia… se POR DENTRO ainda existir o “humanismo-gospel” em você (do tipo):
“Deus tem o melhor PRA MIM… (o que eu quero que Ele faça)!”
“Eu quero o MEU milagre… (aquilo que EU determinei)”
“Eu quero a MINHA vitória… (a MINHA vontade realizada)”
“Minha oração move a mão de Deus… (Porque Deus fará o que EU QUERO)”

Aé crente? Então qual é a sua motivação?
Você quer fazer o que você quer, ou o que Deus quer?
Peça pra Ele te mostrar a verdadeira motivação que está dentro de você, porque se você não enxergar, não vai mudar!
E se não mudar, se não mudar… você vai fraquejar e lá na frente, vai cair.
Fazer o que você quer é o caminho para FRAQUEJAR.
Porém, rejeitar a sua vontade (e fazer a vontade de Deus) é (além de obediência) o caminho para SER FORTE.
Não importa o que os outros pensam.
Não importa o que acontecer “fora” de você.
Importa o que está acontecendo “dentro” = importa se você está obedecendo a Ele ou não.
Temos que nos preocupar é com isso.
Por que?
Porque muitos crentes, homens e mulheres que foram grandes nomes na história bíblica, grandes líderes (antigos e também atuais) que realizaram grandes feitos na Terra, um dia fraquejaram na motivação, amaram mais o mundo (e as suas vontades) do que a Deus, e assim caíram…
Caíram porque tiraram o foco da obediência, e colocaram o foco na própria felicidade…
Isso é humanismo (antropocentrismo = o homem no centro) e é contrário ao teocentrismo (Deus no centro de tudo).
Qual é a coisa mais importante da vida cristã?
Você ou Deus?
A sua vontade ou a vontade de Deus?
A coisa mais importante da vida cristã é: Fazer a vontade de Deus.
Porque, quem não fizer, quem não fizer irmãos… será BARRADO no céu!
Barrado! Não poderá entrar!
Quem disse isso?
Jesus Cristo disse isso em Mateus 7.21:

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! (meu Dono, meu Dono) entrará no reino dos céus (nem todo crente), mas (entrará) aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.”
(Mateus 7:21)

Jesus já deixou avisado e escrito pra ninguém reclamar quando acontecer de ser “barrado”.
Portanto, ninguém conseguirá “enganar” o “Porteiro celestial” e dar um jeito de “entrar” sem a Sua “autorização”. Ele saberá quem realmente O obedeceu, e quem não o obedeceu.
Não tem jeito. A PORTA É estreita:

“Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar,
e não poderão. Quando o pai de família (Deus) se levantar e cerrar (fechar) a porta, e começardes, de fora, a bater à porta, dizendo: Senhor, Senhor (meu Dono, meu Dono), abre-nos; e, respondendo ele, vos disser: Não sei de onde vós sois; Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tu tens ensinado nas nossas ruas. E ele vos responderá: Digo-vos que não vos conheço nem sei de onde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade. Ali haverá choro e ranger de dentes (inferno), quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no reino de Deus, e vós (vocês forem) lançados fora (do reino de Deus). E virão do oriente, e do ocidente, e do norte, e do sul, e assentar-se-ão à mesa no reino de DeusE eis que derradeiros (últimos) há que serão os primeiros; e primeiros há que serão os derradeiros.” (Lucas 13:25-30)

Discordou?
Achou errado?
Então, infelizmente, você ainda é um crente-humanista.
Não sabe como deixar de ser humanista?
Quer deixar de ser um crente-humanista?

Veja: https://www.youtube.com/watch?v=Bbq2-2Uvvu4

Que Deus te conduza no caminho e na porta estreita,
Paz, Pastora Sarah Sheeva

Porque a masturbação é pecado para os solteiros?


Tirando dúvidas sobre sexo e masturbação, vejam esse comentário que uma irmã me enviou na página do Facebook, e vejam minha resposta abaixo. Espero que ajude a todos, principalmente os casados:
“Pastora Sarah Sheeva poderia acrescentar sobre as mulheres (solteiras), elas também praticam a masturbação… e o que ocorre quando ela tem essa prática, porque o órgão é diferente, muitas mulheres não sentem prazer na penetração, mas tem na masturbação.”

Resposta:
Você tocou em 2 assuntos diferentes:

1º assunto) Masturbação também é pecado para a mulher solteira. Pois o ato de provocar prazer em si mesmo (sem ter recebido esse direito da parte de Deus – pois através do casamento recebemos o direito de usufruir do prazer sexual com nosso cônjuge), o ato de se AUTO-estimular para chegar ao prazer (sem ter essa permissão = sem ser casado/a) é na verdade um ato de REBELIÃO contra o tempo de espera estipulado por Deus. Enquanto não somos casados, não temos essa permissão para usufruir desse tipo de prazer. E ponto final.
Rebelião é provavelmente um dos piores pecados que existem. Portanto, é pecado tanto para homens solteiros, quanto para mulheres solteiras.

2º assunto) O prazer sexual feminino.
O prazer da mulher é diferente do prazer do homem. E isso tem muitos propósitos (que eu explico somente na ministração/palestra sobre Sexo e Transferências de espíritos).
No caso do prazer da mulher, é necessário que existam preliminares, e principalmente, a prática de massagem na região pélvica. Deus criou dessa forma. Portanto, pouquíssimas mulheres chegam ao ápice do prazer sexual através da penetração, porque, quando isso raramente ocorre, é justamente por causa do impacto dos corpos, porque aquela determinada mulher possui uma anatomia pélvica mais projetada pra fora, que facilita esse contato através do impacto natural da penetração, com a parte responsável pelo orgasmo feminino (chamado clitóris) que fica bem abaixo da pélvis. Porém, a MAIORIA das mulheres não tem essa anatomia pélvica projetada pra fora, e por isso, não é tão fácil chegar ao prazer total com apenas o impacto da penetração do ato sexual. Sendo então necessário (e super normal) a massagem pélvica, que, PARA A SAÚDE SEXUAL DA MULHER e de seu casamento, faz parte do ato sexual.
Infelizmente, o prazer feminino AINDA é um tabu para muitas pessoas e culturas.
No oriente médio por exemplo, é conhecido que as meninas a partir de 4 anos tem seus clitóris mutilados, justamente para serem impedidas de sentirem prazer algum dia.
Além disso, infelizmente nos dias de hoje, com tanta informação, ainda existem MUITAS MULHERES casadas que NUNCA tiveram um orgasmo, cujos maridos DESCONHECEM o meio pelo qual a mulher atinge o prazer.
Para os casais (somente casados) eu sempre indico um filme (que é até uma comédia) chamado “Histeria”. Esse filme conta a história REAL de como foi descoberto o prazer feminino, por acaso, por um médico entre 1800 e 1900. Foi ontem! Ou seja, essa descoberta é muito recente. Por isso, muitas pessoas ainda são muito ignorantes sobre o prazer sexual feminino. Nesse filme mostra que até 1900 o homem não sabia que a mulher também podia sentir prazer. Pode parecer absurdo, mas é algo que ocorreu há pouco tempo atrás (há pouco mais de 100 anos!), portanto esse assunto ainda é muito novo para toda a humanidade, não para Deus, é claro, pois foi Ele quem criou o prazer sexual, porém, ainda é um assunto “novo” para homens e mulheres.
Que Deus te abençoe,
Paz, Sarah Sheeva
04.08.15
……………………..

SEXO ORAL É PECADO?
Tirando mais dúvidas sobre sexo, vejam também esse comentário que uma outra irmã me enviou na página do Facebook, e vejam minha resposta abaixo. Espero que ajude a todos, principalmente aos casados.
Ela disse:
“Não somente a masturbação é pecado, mas sexo oral também é um grande pecado, e uma grande porta pra separação. Sim, morrerei afirmando essa verdade, sexo oral também é pecado!”

Minha resposta:
O que é sexo oral para você?
Não se pode confundir as “preliminares” (necessárias para o prazer feminino no ato sexual conjugal) com o desrespeito à mulher. Algumas pessoas confundem por causa da prática pornográfica de alguns homens em desejarem ejacular aonde a mulher não quer.
Tudo que traz mal-estar e desrespeito ao cônjuge, se torna pecado. Mas se um casal se alegra em tocar um ao outro com seus beijos em suas preliminares de intimidade conjugal, não pode ser considerado pecado, pois é totalmente bíblico.
Veja o que diz em Cantares de Salomão quando descreve as preliminares sexuais dele com sua mulher (sim, por incrível que pareça, Cantares é um livro bastante erótico. Ao contrário do que muitos pensam, Deus não é “religioso”, reprimido, ou repressor para falar de sexo).
Em Cantares 7:2 Salomão diz para sua mulher:
“Seu umbigo é uma taça redonda, onde nunca falta o vinho…”
Portanto, ele estava poeticamente falando da intimidade sexual deles.
Se você for casada, experimente fazer com seu marido esse experimento: deite-se sem roupa, e peça ao seu marido que encha seu umbigo de vinho… quando o vinho transbordar, observe para ONDE ele irá. Amém? Deus criou o sexo querida, foi Ele quem criou tudo isso. A intimidade do casal (quando não agride nem desrespeita nenhum dos dois) é totalmente abençoada.
Que Deus te abençoe,
Paz! Sarah Sheeva
04.08.15

A importância de “mergulhar” no Espírito

O Espírito Santo de Deus tem sido meu Professor nesses últimos sete anos… Ele tem me ensinado principalmente através da adoração e da prática da oração em línguas, e assim tenho recebido muito entendimento da parte dEle, o que tem me transformado diariamente…

Uma das coisas que tenho aprendido com Ele é que existem 3 áreas onde precisamos de cura (3 níveis de cura):
– Cura física
– Cura espiritual
– Cura da alma
Das 3, a mais complexa é a cura da alma, sabem porque?
Porque envolve o nosso livre arbítrio.

Jesus disse: “E conhecereis a Verdade, e a verdade vos libertará” (João 8.32)
O que liberta é o conhecimento da verdade, ou seja, o que liberta é o fato da verdade “entrar” dentro de nós, e se tornar conhecida por nós.

A frase que o Espírito Santo me falou nesses dias foi a seguinte:

“Quando você recebe entendimento (conhecimento da verdade sobre algo, inteligência do Espírito/mente de Cristo) as tuas escolhas MUDAM”.

É isso que REVELA quem é liberto, e quem ainda não é: as escolhas.
Porque as escolhas definem o caminho que a pessoa vai seguir, e as escolhas REVELAM quais são as vontades que tem imperado dentro daquela pessoa.
As vontades nos influenciam muito nas escolhas, mas quando temos ENTENDIMENTO (conhecimento da verdade), as nossas vontades não mandam mais em nós, ao invés disso, nós as subjugamos ao governo do Espírito Santo.

Quando recebemos o entendimento do Espírito, quando Deus nos “dilata” o entendimento, quando recebemos a mente de Cristo, quando todo “espírito” de “burrice” sai da nossa mente… então temos opção de escolher novos caminhos, tomarmos novas decisões… e assim novas vontades poderão ser geradas em nós. Entendem isso?

Ser livre, ser liberto(a) tem a ver com as vontades… e as vontades estão ligadas ao entendimento, e o entendimento ligado as escolhas. Uma coisa depende da outra.
Uma pessoa sem entendimento (ignorante, sem conhecimento sobre a vida, e sobre si mesmo/a) costuma fazer péssimas ESCOLHAS, e também costuma ser uma pessoa difícil de se relacionar.

Observe melhor o que Jesus disse em João 8.31-32:

“…Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”

De novo, mas agora com minha análise entre parênteses):

“…Se (“Se” é condicional, livre arbítrio, escolha pessoal) vós (Se vocês) permanecerdes na minha palavra (acreditarem nas minhas palavras, guardarem ela, e não duvidarem…), verdadeiramente sereis meus discípulos (aí sim vocês serão meus seguidores de verdade); E conhecereis a verdade (e ENTÃO vocês conhecerão a verdade), e a verdade vos libertará (e assim, por causa do conhecimento da verdade, a verdade libertará vocês. Ela fará de vocês homens e mulheres LIVRES).”

A maior verdade que o Espírito me ensinou a observar nas palavras de Jesus Cristo foi o quanto Ele nos ama.
Você precisa entender isso. Precisa acreditar nisso.
Porque?
Porque é A VERDADE.
O conhecimento dessa verdade vai te libertar poderosamente de tudo que tem te afastado do Senhor.

As mentiras vem para te afastar desse amor.
Acredite mais em Jesus. A única coisa que Jesus não é capaz de fazer é mentir. (Foi por isso que muitas vezes Ele se calou, porque Ele era incapaz de mentir).
O que Ele disse está escrito e é verdade.
Não foi um homem qualquer quem disse, foi Ele quem disse: “SE PERMANECERDES na minha palavra…”
Então você conhecerá a verdade, e ela te libertará!
Permanecer significa ACREDITAR nEle.
Permaneça!
Permanecer é a mesma coisa que “estar em Cristo”…

2 Coríntios 5.14-17:
“(14) Porque O AMOR DE CRISTO nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram.
(15) E ele morreu por todos, para que os que vivem NÃO VIVAM MAIS PARA SI, MAS PARA AQUELE que por eles morreu e ressuscitou.
(16) Assim que daqui por diante a ninguém conhecemos segundo a carne, e, ainda que também tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, contudo agora já não o conhecemos deste modo.
(17) Assim que, SE ALGUÉM ESTÁ EM CRISTO, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que TUDO se fez novo.”

A cura da alma (mente, emoções, pensamentos, vontades) DEPENDE disso gente.
Quando a cura é nessa área (alma), não adianta passar anos orando sem entendimento, porque o que liberta a alma (o que liberta a mente) é o CONHECIMENTO DA VERDADE.
É por isso que muitas vezes vemos crentes (muitos com mais de 20 anos de igreja) apresentando problemas básicos, coisas que já era para eles terem vencido, mas que estão ligadas as vontades erradas, escolhas erradas, ou seja, falta de cura NA ALMA.

O Espírito Santo é o nosso ajudador nesse processo.
“Eis que Deus é o meu ajudador, o Senhor está com aqueles que sustêm a minha alma.” (Salmos 54:4)
Vamos mergulhar no Espírito!
Paz!
Sarah Sheeva

03.12.2012

O Encontro

O Encontro

(Parte 1)

 

“Quem me conhece bem, sabe que eu sempre busquei a Deus, sempre procurei…

Sempre.

E quem procura, acha…

Hoje eu posso dizer que encontrei…

Eu encontrei Deus.”

 

Quando você encontra Deus, o Deus verdadeiro, o Deus que é a Verdade, algumas coisas acontecem com você.

A primeira coisa é que você descobre que o humanismo é uma tremenda mentira.

Você descobre que essa historinha humanista que te contaram desde pequeno de que: “A verdade tem várias faces”…

ou que: “Cada um tem a sua verdade…” é conversa fiada.

Você descobre que existe uma verdade sim. Não uma “verdade relativa”, mas uma verdade única e absoluta acerca da vida

e… também da morte.

Acerca de Deus, do céu, dos anjos e… também do inferno, do diabo, e dos demônios.

Essas são as primeiras descobertas que nos chocam… porque elas vão de confronto com toda a nossa “programação” mental,

com tudo que (desde a infância) havíamos aprendido nos filmes de contos de fadas e nas historinhas infantis…

A segunda coisa que você descobre é que: O que você encontrou (essa verdade absoluta, o Deus verdadeiro, e, o seu encontro com esse Deus Maravilhoso) é algo totalmente intransferível.

Você descobre que não conseguirá convencer as pessoas ao seu redor a descobrirem essa verdade, a menos que elas queiram. E isso te frustra um pouco, porque você já estava empolgado(a), se preparando para sair anunciando a plenos pulmões, e pelos quatro cantos da terra, o que você finalmente descobriu… essa parte não é fácil.

A terceira coisa que você descobre é que: A sua vida nunca mais será a mesma.

Isso porque você sabe que encontrou o que procurava.

Você sabe, não porque “sente” uma emoção forte, ou sente um “arrepio na espinha”, afinal essa certeza,

essa convicção (que chamamos de FÉ) não é simplesmente uma obra de emoções… é muito mais que isso.

Essa certeza, essa Fé, a convicção de que você O encontrou, é o sintoma do “nascer de novo”…

E aí nos deparamos com uma coisa realmente difícil: Definir o que é “nascer de novo”.

Já sabemos que (quando “nascemos de novo”) nosso espírito humano é vivificado e etc…

mas como explicar para as pessoas o que experimentamos? O que sentimos?

Em minha experiência foi assim:

Imagine se seus olhos estivessem se abrindo para uma nova realidade…

Como se você começasse a enxergar coisas que nunca imaginou…

coisas que nunca acreditou… e que sempre duvidou.

Quando você nasce de novo, você nasce no espírito, e a consciência reage a isso…

E aí, é impressionante como as coisas mudam de dentro para fora. Elas vão mudando lentamente…

e aquilo que antes te dominava, já não domina mais…

Aquilo que antes te cegava, já não cega mais…

Aquilo que antes era dúvida e incógnita, agora é firme, claro e nítido.

Algumas coisas são instantâneas quando nascemos de novo… Algumas…

Mas uma delas, e para mim a mais importante, é a percepção do amor que passamos a ter.

Percebemos o amor como nunca antes, descobrimos um Amor que nunca nem imaginamos que existia.

Um Amor eterno, infinito, indimensionável, e mais forte que a morte…

A morte não nos assusta quando estamos na presença desse Amor…

Ela se torna indefesa… inofensiva… incapaz de nos atingir…

A morte é reduzida à menor das coisas na presença desse Amor.

Ela enfraquece, enfraquece… até ser reduzida a uma pequena gota em meio a um oceano. Sem força, sem presença, sem expressão, sem autoridade. Sem nada.

O amor é mais forte que a morte.

Essa é uma das coisas que descobrimos quando nascemos de novo.

Nascer de novo é uma experiência pessoal e intransferível. Não tem jeito de induzirmos alguém a isso, tem que ser verdadeiro…

e para ser verdadeiro, tem que ser no espírito, só assim será verdade.

“…em espírito e em verdade”.

Viver “em espírito” (no controle do Espírito Santo de Deus) vai além da consciência, não somos nós que estamos no controle… é viver num estado que independe das circunstâncias ao redor.

É por isso que é tão difícil explicar para os outros o “sentimento” de nascer de novo… porque não é exatamente um “sentimento”, mas é um estado de espírito que independe dos sentimentos.

No momento em que nascemos de novo, entramos numa fase que muitos chamam de “primeiro amor”. Os crentes sabem o que é isso,

todos aqueles que já viveram isso sabem…

Tudo é novo…

Durante o primeiro amor tudo é diferente…

Parece que entramos na dimensão da eternidade, onde tudo é lindo…

Perfeito… Agradável… Bom…

Porém, não nos ensinam a lidar com a dimensão do tempo…

A dimensão difícil em que nos encontramos, em que vivemos.

O tempo vai passando, e a nossa alma vai se adaptando… ela é traiçoeira (enganosa) e desesperadamente corrupta

(Jeremias 17:9), a dimensão do tempo favorece a sua corrupção, porque no dia-a-dia ela é instigada pelas seduções deste mundo.

Movida pelas pressões externas, pelo bombardeio das incredulidades (de muitos ao seu redor), pela constante ministração do “espírito de curtir-a-vida” que o mundo oferece, e pelos entretenimentos dessa vida… a alma começa a “pedir de volta” os antigos hábitos,

os antigos “vícios”, os antigos costumes, o antigo estilo de vida, aquele em que ela liderava…

Ela quer de volta a velha criatura… aquela que a alimentava, que a valorizava… que a estimulava…

ela começa a querer tudo de volta porque ela quer voltar a governar…

A alma não conhece nem o caminho, nem a porta estreita, só a larga.

Então, como se não bastasse a guerra exterior (espiritual), começa a guerra interior…

começam as lutas… começa o processo de santificação.

E aí, quando decidimos entrar pelo caminho da santificação, pela porta estreita e pelo caminho apertado,

descobrimos porque temos de ir em direção a cruz de Cristo.

Descobrimos porque temos de carregar a nossa própria cruz… uma cruz que não é de madeira como a do nosso Senhor,

que não é física e material… mas que é a representação do lugar onde crucificaremos tudo aquilo que a nossa alma (viciada em governar) quer.

Descobrimos que teremos de abrir mão de um monte de coisas… não porque nos mandaram abrir mão,

mas porque descobrimos que aquelas coisas nos afastam do verdadeiro amor.

Descobrimos que a porta e o caminho estreito, que conduzem a vida, passam por essa cruz…

e que a cruz é o exercício de abrir mão das coisas que nos afastam da santidade (e da vontade) de Deus.

Mas a nossa alma tenta nos confundir… ela começa a nos dizer que a nossa vontade é boa… que não tem “nada de mais” em nossas vontades… que “não tem problema” se queremos algo que está fora da vontade de Deus…

pois é, ela é enganosa e corrupta… não podemos dar ouvidos a ela.

Quando nós começamos a resistir as mentiras da nossa alma, e as mentiras do diabo (muitas vezes assopradas em nossa mente como setas), então vem contra nós um novo tipo de ataque espiritual: O medo.

Começamos a ser bombardeados com o medo por todos os lados… Passamos a ter medo disso e daquilo… e surgem até mesmo novos tipos de medos.

O medo e a morte são muito íntimos um do outro… eles sempre andam juntos, são muito próximos um ao outro…

Mas “o verdadeiro amor lança fora todo o medo” (1 João 4:18) e é mais forte que a morte…

Como eu sei que ele é mais forte que a morte?

Em Cantares 8:6 diz:

“…porque o amor é forte como a morte…”

Observe: É forte como a morte…. ou seja, ele é tão forte quanto a morte.

Porém, há muito tempo atrás houve uma “briga feia” entre eles dois (o amor e a morte), e quem será que ganhou?

A resposta está em Apocalipse 1: 11 – 18, vamos ler:

 

“…Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro…”

“E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro;

E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo; E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece. E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último; E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.”

Aqui está a resposta:

Quem ganhou a briga foi o Amor.

Por isso o Amor, o Verdadeiro Amor é mais forte que a morte.

Ele venceu.

 

 

 

O Encontro

(Parte 2)

 

Pois é…

Foi por isso que no dia em que Jesus me visitou no meu quarto, naquela noite de verão no final de Outubro de 1997, Ele me mostrou o amor que eu nunca tinha experimentado…

Um amor que não se explica…

Que não se pode medir… nem se pode suportar…

Como eu me lembro daquele dia…

Está gravado eternamente dentro de mim aquele momento em que Ele chegou no meu quarto em Espírito, e me chamou pelo meu nome…

Eu fiquei estarrecida quando vi que Ele sabia o meu nome… eu nunca havia imaginado aquilo, que Deus me chamaria pelo meu nome.

Ele me conhecia. E eu não o conhecia.

O amor entrou naquele quarto, encheu todo o lugar de uma forma tão poderosa que eu não pude suportar… e caí da minha cama para o chão, rolando de camisola… e me prostrei rosto ao chão.

Eu mal conseguia respirar de tanto choro.

A presença de Deus era muito mais forte do que eu podia suportar, por isso comecei a “passar mal” de emoção, porque minhas emoções não estavam preparadas nem capacitadas para experimentar aquilo.

Chorei compulsivamente na presença do amor dEle, era muito forte… mais forte que a morte.

Como eu sei?

Porque ela também foi lá.

A morte foi lá.

Ela chegou perto, estava a espreita esperando eu sucumbir à emoção… e foi quando eu comecei a sentir meus dedos formigarem…

Minha respiração travou no diafragma acelerado e compulsivo… os soluços já não saíam mais, porque o diafragma já não voltava,

já não descia mais da caixa torácica… meu coração parecia apertado dentro do peito, e começou uma dor sutil…

mas a dor foi aumentando na medida que a respiração não voltava…

Naquele instante senti que ia morrer…

Mas o mais estranho: Eu não me importei.

A morte não me assustou.

Eu estava na presença do Verdadeiro Amor.

Era a coisa mais maravilhosa que eu já havia experimentado na minha vida…

Não havia nada, nada, nada nessa vida que pudesse se comparar aquilo…

Todos os prazeres se tornaram insignificantes perante aquilo que eu estava experimentando… era indescritível…

Jamais esquecerei.

E no momento em que meu coração parecia que ia parar… Ele falou mais uma vez comigo, Ele me disse assim:

“Agora eu vou parar de falar com você, porque o seu coraçãozinho não está agüentando. Mas não sairei daqui,

continuarei na forma do meu Espírito Santo”.

 

E eu, que já não tinha ar, disse em pensamento, tentando articular as palavras com a boca que não produzia mais som:

 

“Não! Por favor, Não! Não pare de falar comigo! Não vá! Fique! Por favor, fique!”

 

E Ele continuou dizendo que ia deixar o Espírito Santo em seu lugar…

E naquele exato momento, a presença do amor dEle diminuiu… e imediatamente meu diafragma foi soltando do fundo do tórax,

minha respiração foi voltando bem devagar… e o choro foi voltando a ter som…

 

Jesus veio falar comigo, em pessoa, e eu só não morri porque Ele não deixou.

Um segundo a mais, e meu coração não teria suportado…

Mas o mais incrível para mim foi que, quando eu fui voltando a atmosfera natural, quando eu fui voltando a realidade da dimensão em que estamos, fui percebendo o que havia acontecido (e o que eu havia pedido a Ele no momento em que Ele me disse que teria que parar de falar comigo…) eu havia dito a Ele que não me importava em morrer, mas que, por favor, Ele não fosse embora de jeito nenhum, e que não parasse de falar comigo, porque eu nunca, em toda a minha vida, havia experimentado algo tão maravilhoso. Eu não queria que aquilo acabasse.

A morte perdeu toda a sua força perto daquele amor. O medo desapareceu perto daquele amor… e tudo o que eu mais queria naquela hora, era ficar lá, na presença daquele amor para sempre, eternamente… Foi a coisa mais maravilhosa de toda a minha vida…

A eternidade estava ali…

Ela me visitou, me tocou, e entrou dentro de mim.

Era a Sabedoria… Era a Eternidade… Era o Verdadeiro Amor.

Naquele momento, a felicidade era a menor de todas as sensações que eu estava experimentando…

Aquele amor provocava em mim sentimentos muito mais profundos que aqueles produzidos pela felicidade, eram sentimentos ligados a eternidade.

No momento em que Ele, o Senhor, se aproximou de mim naquele quarto, Sua presença parecia uma fogueira que ardia, mas não queimava, um fogo que consumia toda dúvida, todo pensamento inútil, toda futilidade… toda carnalidade…

E só restava Ele… Santo… o Mestre, o Verdadeiro Amor…

Reinando soberano sobre todas as coisas dentro de mim.

E isso que eu experimentei, foi apenas uma minúscula fagulha da presença dEle… da presença da Glória dEle.

 

Meu Deus! Quero te ver…

Quero te tocar…

Quero olhar em teus olhos…

E te dizer:

Te amo…

Eternamente, Te amo Jesus…

 

Sou tua Senhor, eternamente.

 

Sarah Sheeva

02/11/2009

Eu reconheço que preciso de um Salvador…

Este vídeo ilustra que nós (humanidade) não somos capazes de salvar a nós mesmos… mas que Deus conhece o desejo do nosso coração – nossas vontades mais profundas – de sair do buraco (Ele conhece quando essas vontades existem, ou quando elas surgem num coração afundado no buraco).

Muitas vezes o “buraco” que estamos, que caímos, que “nos enfiamos”, é fundo demais… simplesmente não sabemos como sair dele… e ninguém consegue nos ajudar. Alguns dizem que devemos fazer isso ou aquilo, muitas “religiões” nos ditam dogmas e doutrinas… mas na verdade, a única coisa que devemos fazer, a única que realmente importa é nos relacionarmos com Deus (na pessoa de Jesus Cristo e Seu Espírito Santo), porque somente esse relacionamento (que é o contrário de um ato religioso, porque ele não é um ritual, mecânico, obrigatório, mas é algo espontâneo) somente ele nos aproxima mais de Deus.

No entanto, por si só, Deus já está próximo de nós. Fomos nós que nos afastamos dEle. Fomos nós que “demos ouvido à serpente…” fomos nós que não prestamos atenção no caminho… que não olhamos atentamente para o chão, e que não vimos o buraco bem a nossa frente… e caímos.

Depois que a humanidade caiu, todos tentaram (por meio da lei) agradar a Deus… mas foi em vão, porque ninguém conseguia ser totalmente aprovado. Até mesmo Moisés, um grande homem de Deus, no final da vida foi reprovado, e por isso não entrou em Canaã…(Dt 34.4) Até mesmo Elias, no final de sua batalha contra Jezabel, se acovardou (1Reis 19.4)… Todos erraram, todos tropeçaram… todos caíram em algum momento… ninguém nunca havia conseguido recuperar o direito espiritual de “voltar para casa”. Mas aí veio um homem. Ele não era apenas um homem, Ele também era o nosso Salvador… O próprio Deus encarnado… O “Eu Sou”… O Verbo que se fez carne. E foi Ele que nos salvou. Ele conseguiu nos tirar do buraco que nós mesmos nos enfiamos…

Antes dEle vir nós tentamos de tudo… mas tudo foi em vão.

E é exatamente isso que esse vídeo mostra: que antes de Jesus vir, o homem tentava (e tenta até hoje) de todas as maneiras, salvar a si mesmo… mas não adiantava. Quando Jesus vem, quando Ele chega em nossas vidas, é Ele quem nos salva… Ele é o único capaz disso, ninguém mais.

Ele disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém VEM ao Pai a não ser por Mim…(João 14.6)”

Depois da queda do Homem, a natureza humana passou a sofrer um terrível mal:

“A sensação de sermos indignos de ser amados…”

E, em minha opinião, o mistério mais profundo desse vídeo é a compreensão da nossa “justiça própria”: Um círculo vicioso em que a humanidade se encontra, em busca de alívio para essa terrível “sensação” de ser indigno de amor. Tentamos a todo custo nos tornarmos justos (e fazer justiça) por nós mesmos, tentamos a todo custo sermos “aceitos”, sermos amados por nossos méritos humanos…  tentamos de todo jeito salvarmos a nós mesmos dos buracos que nos enfiamos… mas não adianta, nada do que fazemos é suficiente. Nada disso nos preenche. Continuamos a nos sentir indignos de ser amados.

Porque? Por vários motivos.

Primeiro, porque o papel do diabo é esse, ele nos acusa 24 horas por dia de “não sermos dignos de ser amados”. E é por isso – por causa dessa acusação – que estamos sempre nos sentindo “culpados”, que sempre parece que não fizemos o “suficiente”… que estamos sempre buscando ter, ter, ter, ter… ou então:  fazer, fazer, fazer, fazer… em busca de aprovação, em busca de amor, de aceitação, em busca da felicidade…

Segundo, porque pensamos que sabemos o caminho, pensamos que sabemos a maneira que as coisas devem ser, devem acontecer… mas não sabemos. E por isso, por pensarmos que sabemos, nós só nos frustramos. Mas por incrível que pareça, quando nós finalmente nos frustramos com a nossa própria sabedoria humana, com a nossa “justiça própria”, Deus então vem mostrar para nós porque Ele é chamado de Salvador.

Depois que descobrimos que não adiantou ter, ter, ter, ter… fazer, fazer, fazer, fazer… Ele nos mostra que a única coisa que precisamos é: Ser, ser, ser, ser, ser…

Ser o quê?

Ser filho de Deus. Ser parecido com Jesus. Ser seguidor de Jesus. Ser santo como Ele é. Ser completamente apaixonado(a) por Ele…

Temos que nos lembrar que: “Ele nos amou primeiro…” (1João 4.19) O mérito não é nosso, o mérito é dEle.

Antes de nós o conhecermos, ou até mesmo sabermos da Sua existência, Ele já havia nos escolhido e nos amado. O amor dEle é imutável. Não há nada que possamos fazer para Ele nos amar mais, ou para Ele nos amar menos… Isso é imutável.

Veja bem, algumas coisas na vida Cristã não são de graça… por isso Jesus disse: “Quem quiser me seguir, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e (depois disso) siga-me…” (Mt 16.24). Ou seja, para segui-lo temos que (pelo menos): Negar a nós mesmos e tomar a nossa cruz…

(negar a nós mesmos significa: negar as nossas vontades. E tomar a nossa cruz significa: fazer a vontade de Deus, uma vontade que nem sempre nos agrada, que parece absurda, mas que é a melhor).

Mas há duas coisas na vida Cristã que são de graça, de graça mesmo: A Salvação e o AMOR de Deus por nós.

Ele simplesmente nos amou. Decidiu nos amar… nós não merecemos mesmo esse amor, mas nós recebemos, ou seja, aceitamos – mesmo sem compreender – esse grande AMOR que Ele tem por nós .

Esses dias estou gravando uma de minhas músicas favoritas do novo CD, ela tem tudo a ver com essa mensagem, e se chama: “Jamais te Deixarei”. Eu a recebi do Senhor em 2005.  Leia um trecho da letra.

Jamais te Deixarei

(Letra e Música: Sarah Sheeva)

“Jamais te deixarei, jamais te abandonarei, porque eu te amo amado da minh’alma.

…E o que mais me impressiona é saber que as minhas fraquezas te atraem pra mim… E o que mais me emociona é saber que tudo o que me falta eu encontro em Ti… Pois Tu és forte, em tudo o que sou fraco, e Tu é capaz de tudo o que eu não sou, pois em Ti está a força, e em Ti há Poder, eu reconheço que preciso de um Salvador…”

Mais uma vez o Senhor me salvou de mim mesma…

No dia em que eu recebi essa música foi assim, eu descobri que a minha “derrota” é a “vitória” de Deus na minha vida…

Ou seja, quando eu finalmente descubro que eu não sou,

aí eu descubro que Ele é.

O que Ele é?

Ele é tudo o que eu não sou.

E o que eu não sou?

Eu não sou nada.

E o que Ele é?

Ele é Tudo.

Nele eu posso viver… Nele eu  posso todas as coisas…

Não em mim, mas Nele.

Eu Nele e Ele em mim.

“…já não vivo eu, mas Cristo vive em mim…” (Gálatas 2.20)

Sarah Sheeva

06/08/2009