O Encontro

O Encontro

(Parte 1)

 

“Quem me conhece bem, sabe que eu sempre busquei a Deus, sempre procurei…

Sempre.

E quem procura, acha…

Hoje eu posso dizer que encontrei…

Eu encontrei Deus.”

 

Quando você encontra Deus, o Deus verdadeiro, o Deus que é a Verdade, algumas coisas acontecem com você.

A primeira coisa é que você descobre que o humanismo é uma tremenda mentira.

Você descobre que essa historinha humanista que te contaram desde pequeno de que: “A verdade tem várias faces”…

ou que: “Cada um tem a sua verdade…” é conversa fiada.

Você descobre que existe uma verdade sim. Não uma “verdade relativa”, mas uma verdade única e absoluta acerca da vida

e… também da morte.

Acerca de Deus, do céu, dos anjos e… também do inferno, do diabo, e dos demônios.

Essas são as primeiras descobertas que nos chocam… porque elas vão de confronto com toda a nossa “programação” mental,

com tudo que (desde a infância) havíamos aprendido nos filmes de contos de fadas e nas historinhas infantis…

A segunda coisa que você descobre é que: O que você encontrou (essa verdade absoluta, o Deus verdadeiro, e, o seu encontro com esse Deus Maravilhoso) é algo totalmente intransferível.

Você descobre que não conseguirá convencer as pessoas ao seu redor a descobrirem essa verdade, a menos que elas queiram. E isso te frustra um pouco, porque você já estava empolgado(a), se preparando para sair anunciando a plenos pulmões, e pelos quatro cantos da terra, o que você finalmente descobriu… essa parte não é fácil.

A terceira coisa que você descobre é que: A sua vida nunca mais será a mesma.

Isso porque você sabe que encontrou o que procurava.

Você sabe, não porque “sente” uma emoção forte, ou sente um “arrepio na espinha”, afinal essa certeza,

essa convicção (que chamamos de FÉ) não é simplesmente uma obra de emoções… é muito mais que isso.

Essa certeza, essa Fé, a convicção de que você O encontrou, é o sintoma do “nascer de novo”…

E aí nos deparamos com uma coisa realmente difícil: Definir o que é “nascer de novo”.

Já sabemos que (quando “nascemos de novo”) nosso espírito humano é vivificado e etc…

mas como explicar para as pessoas o que experimentamos? O que sentimos?

Em minha experiência foi assim:

Imagine se seus olhos estivessem se abrindo para uma nova realidade…

Como se você começasse a enxergar coisas que nunca imaginou…

coisas que nunca acreditou… e que sempre duvidou.

Quando você nasce de novo, você nasce no espírito, e a consciência reage a isso…

E aí, é impressionante como as coisas mudam de dentro para fora. Elas vão mudando lentamente…

e aquilo que antes te dominava, já não domina mais…

Aquilo que antes te cegava, já não cega mais…

Aquilo que antes era dúvida e incógnita, agora é firme, claro e nítido.

Algumas coisas são instantâneas quando nascemos de novo… Algumas…

Mas uma delas, e para mim a mais importante, é a percepção do amor que passamos a ter.

Percebemos o amor como nunca antes, descobrimos um Amor que nunca nem imaginamos que existia.

Um Amor eterno, infinito, indimensionável, e mais forte que a morte…

A morte não nos assusta quando estamos na presença desse Amor…

Ela se torna indefesa… inofensiva… incapaz de nos atingir…

A morte é reduzida à menor das coisas na presença desse Amor.

Ela enfraquece, enfraquece… até ser reduzida a uma pequena gota em meio a um oceano. Sem força, sem presença, sem expressão, sem autoridade. Sem nada.

O amor é mais forte que a morte.

Essa é uma das coisas que descobrimos quando nascemos de novo.

Nascer de novo é uma experiência pessoal e intransferível. Não tem jeito de induzirmos alguém a isso, tem que ser verdadeiro…

e para ser verdadeiro, tem que ser no espírito, só assim será verdade.

“…em espírito e em verdade”.

Viver “em espírito” (no controle do Espírito Santo de Deus) vai além da consciência, não somos nós que estamos no controle… é viver num estado que independe das circunstâncias ao redor.

É por isso que é tão difícil explicar para os outros o “sentimento” de nascer de novo… porque não é exatamente um “sentimento”, mas é um estado de espírito que independe dos sentimentos.

No momento em que nascemos de novo, entramos numa fase que muitos chamam de “primeiro amor”. Os crentes sabem o que é isso,

todos aqueles que já viveram isso sabem…

Tudo é novo…

Durante o primeiro amor tudo é diferente…

Parece que entramos na dimensão da eternidade, onde tudo é lindo…

Perfeito… Agradável… Bom…

Porém, não nos ensinam a lidar com a dimensão do tempo…

A dimensão difícil em que nos encontramos, em que vivemos.

O tempo vai passando, e a nossa alma vai se adaptando… ela é traiçoeira (enganosa) e desesperadamente corrupta

(Jeremias 17:9), a dimensão do tempo favorece a sua corrupção, porque no dia-a-dia ela é instigada pelas seduções deste mundo.

Movida pelas pressões externas, pelo bombardeio das incredulidades (de muitos ao seu redor), pela constante ministração do “espírito de curtir-a-vida” que o mundo oferece, e pelos entretenimentos dessa vida… a alma começa a “pedir de volta” os antigos hábitos,

os antigos “vícios”, os antigos costumes, o antigo estilo de vida, aquele em que ela liderava…

Ela quer de volta a velha criatura… aquela que a alimentava, que a valorizava… que a estimulava…

ela começa a querer tudo de volta porque ela quer voltar a governar…

A alma não conhece nem o caminho, nem a porta estreita, só a larga.

Então, como se não bastasse a guerra exterior (espiritual), começa a guerra interior…

começam as lutas… começa o processo de santificação.

E aí, quando decidimos entrar pelo caminho da santificação, pela porta estreita e pelo caminho apertado,

descobrimos porque temos de ir em direção a cruz de Cristo.

Descobrimos porque temos de carregar a nossa própria cruz… uma cruz que não é de madeira como a do nosso Senhor,

que não é física e material… mas que é a representação do lugar onde crucificaremos tudo aquilo que a nossa alma (viciada em governar) quer.

Descobrimos que teremos de abrir mão de um monte de coisas… não porque nos mandaram abrir mão,

mas porque descobrimos que aquelas coisas nos afastam do verdadeiro amor.

Descobrimos que a porta e o caminho estreito, que conduzem a vida, passam por essa cruz…

e que a cruz é o exercício de abrir mão das coisas que nos afastam da santidade (e da vontade) de Deus.

Mas a nossa alma tenta nos confundir… ela começa a nos dizer que a nossa vontade é boa… que não tem “nada de mais” em nossas vontades… que “não tem problema” se queremos algo que está fora da vontade de Deus…

pois é, ela é enganosa e corrupta… não podemos dar ouvidos a ela.

Quando nós começamos a resistir as mentiras da nossa alma, e as mentiras do diabo (muitas vezes assopradas em nossa mente como setas), então vem contra nós um novo tipo de ataque espiritual: O medo.

Começamos a ser bombardeados com o medo por todos os lados… Passamos a ter medo disso e daquilo… e surgem até mesmo novos tipos de medos.

O medo e a morte são muito íntimos um do outro… eles sempre andam juntos, são muito próximos um ao outro…

Mas “o verdadeiro amor lança fora todo o medo” (1 João 4:18) e é mais forte que a morte…

Como eu sei que ele é mais forte que a morte?

Em Cantares 8:6 diz:

“…porque o amor é forte como a morte…”

Observe: É forte como a morte…. ou seja, ele é tão forte quanto a morte.

Porém, há muito tempo atrás houve uma “briga feia” entre eles dois (o amor e a morte), e quem será que ganhou?

A resposta está em Apocalipse 1: 11 – 18, vamos ler:

 

“…Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o derradeiro…”

“E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro;

E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os seus olhos como chama de fogo; E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a sua voz como a voz de muitas águas. E ele tinha na sua destra sete estrelas; e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece. E eu, quando vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último; E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno.”

Aqui está a resposta:

Quem ganhou a briga foi o Amor.

Por isso o Amor, o Verdadeiro Amor é mais forte que a morte.

Ele venceu.

 

 

 

O Encontro

(Parte 2)

 

Pois é…

Foi por isso que no dia em que Jesus me visitou no meu quarto, naquela noite de verão no final de Outubro de 1997, Ele me mostrou o amor que eu nunca tinha experimentado…

Um amor que não se explica…

Que não se pode medir… nem se pode suportar…

Como eu me lembro daquele dia…

Está gravado eternamente dentro de mim aquele momento em que Ele chegou no meu quarto em Espírito, e me chamou pelo meu nome…

Eu fiquei estarrecida quando vi que Ele sabia o meu nome… eu nunca havia imaginado aquilo, que Deus me chamaria pelo meu nome.

Ele me conhecia. E eu não o conhecia.

O amor entrou naquele quarto, encheu todo o lugar de uma forma tão poderosa que eu não pude suportar… e caí da minha cama para o chão, rolando de camisola… e me prostrei rosto ao chão.

Eu mal conseguia respirar de tanto choro.

A presença de Deus era muito mais forte do que eu podia suportar, por isso comecei a “passar mal” de emoção, porque minhas emoções não estavam preparadas nem capacitadas para experimentar aquilo.

Chorei compulsivamente na presença do amor dEle, era muito forte… mais forte que a morte.

Como eu sei?

Porque ela também foi lá.

A morte foi lá.

Ela chegou perto, estava a espreita esperando eu sucumbir à emoção… e foi quando eu comecei a sentir meus dedos formigarem…

Minha respiração travou no diafragma acelerado e compulsivo… os soluços já não saíam mais, porque o diafragma já não voltava,

já não descia mais da caixa torácica… meu coração parecia apertado dentro do peito, e começou uma dor sutil…

mas a dor foi aumentando na medida que a respiração não voltava…

Naquele instante senti que ia morrer…

Mas o mais estranho: Eu não me importei.

A morte não me assustou.

Eu estava na presença do Verdadeiro Amor.

Era a coisa mais maravilhosa que eu já havia experimentado na minha vida…

Não havia nada, nada, nada nessa vida que pudesse se comparar aquilo…

Todos os prazeres se tornaram insignificantes perante aquilo que eu estava experimentando… era indescritível…

Jamais esquecerei.

E no momento em que meu coração parecia que ia parar… Ele falou mais uma vez comigo, Ele me disse assim:

“Agora eu vou parar de falar com você, porque o seu coraçãozinho não está agüentando. Mas não sairei daqui,

continuarei na forma do meu Espírito Santo”.

 

E eu, que já não tinha ar, disse em pensamento, tentando articular as palavras com a boca que não produzia mais som:

 

“Não! Por favor, Não! Não pare de falar comigo! Não vá! Fique! Por favor, fique!”

 

E Ele continuou dizendo que ia deixar o Espírito Santo em seu lugar…

E naquele exato momento, a presença do amor dEle diminuiu… e imediatamente meu diafragma foi soltando do fundo do tórax,

minha respiração foi voltando bem devagar… e o choro foi voltando a ter som…

 

Jesus veio falar comigo, em pessoa, e eu só não morri porque Ele não deixou.

Um segundo a mais, e meu coração não teria suportado…

Mas o mais incrível para mim foi que, quando eu fui voltando a atmosfera natural, quando eu fui voltando a realidade da dimensão em que estamos, fui percebendo o que havia acontecido (e o que eu havia pedido a Ele no momento em que Ele me disse que teria que parar de falar comigo…) eu havia dito a Ele que não me importava em morrer, mas que, por favor, Ele não fosse embora de jeito nenhum, e que não parasse de falar comigo, porque eu nunca, em toda a minha vida, havia experimentado algo tão maravilhoso. Eu não queria que aquilo acabasse.

A morte perdeu toda a sua força perto daquele amor. O medo desapareceu perto daquele amor… e tudo o que eu mais queria naquela hora, era ficar lá, na presença daquele amor para sempre, eternamente… Foi a coisa mais maravilhosa de toda a minha vida…

A eternidade estava ali…

Ela me visitou, me tocou, e entrou dentro de mim.

Era a Sabedoria… Era a Eternidade… Era o Verdadeiro Amor.

Naquele momento, a felicidade era a menor de todas as sensações que eu estava experimentando…

Aquele amor provocava em mim sentimentos muito mais profundos que aqueles produzidos pela felicidade, eram sentimentos ligados a eternidade.

No momento em que Ele, o Senhor, se aproximou de mim naquele quarto, Sua presença parecia uma fogueira que ardia, mas não queimava, um fogo que consumia toda dúvida, todo pensamento inútil, toda futilidade… toda carnalidade…

E só restava Ele… Santo… o Mestre, o Verdadeiro Amor…

Reinando soberano sobre todas as coisas dentro de mim.

E isso que eu experimentei, foi apenas uma minúscula fagulha da presença dEle… da presença da Glória dEle.

 

Meu Deus! Quero te ver…

Quero te tocar…

Quero olhar em teus olhos…

E te dizer:

Te amo…

Eternamente, Te amo Jesus…

 

Sou tua Senhor, eternamente.

 

Sarah Sheeva

02/11/2009

Eu reconheço que preciso de um Salvador…

Este vídeo ilustra que nós (humanidade) não somos capazes de salvar a nós mesmos… mas que Deus conhece o desejo do nosso coração – nossas vontades mais profundas – de sair do buraco (Ele conhece quando essas vontades existem, ou quando elas surgem num coração afundado no buraco).

Muitas vezes o “buraco” que estamos, que caímos, que “nos enfiamos”, é fundo demais… simplesmente não sabemos como sair dele… e ninguém consegue nos ajudar. Alguns dizem que devemos fazer isso ou aquilo, muitas “religiões” nos ditam dogmas e doutrinas… mas na verdade, a única coisa que devemos fazer, a única que realmente importa é nos relacionarmos com Deus (na pessoa de Jesus Cristo e Seu Espírito Santo), porque somente esse relacionamento (que é o contrário de um ato religioso, porque ele não é um ritual, mecânico, obrigatório, mas é algo espontâneo) somente ele nos aproxima mais de Deus.

No entanto, por si só, Deus já está próximo de nós. Fomos nós que nos afastamos dEle. Fomos nós que “demos ouvido à serpente…” fomos nós que não prestamos atenção no caminho… que não olhamos atentamente para o chão, e que não vimos o buraco bem a nossa frente… e caímos.

Depois que a humanidade caiu, todos tentaram (por meio da lei) agradar a Deus… mas foi em vão, porque ninguém conseguia ser totalmente aprovado. Até mesmo Moisés, um grande homem de Deus, no final da vida foi reprovado, e por isso não entrou em Canaã…(Dt 34.4) Até mesmo Elias, no final de sua batalha contra Jezabel, se acovardou (1Reis 19.4)… Todos erraram, todos tropeçaram… todos caíram em algum momento… ninguém nunca havia conseguido recuperar o direito espiritual de “voltar para casa”. Mas aí veio um homem. Ele não era apenas um homem, Ele também era o nosso Salvador… O próprio Deus encarnado… O “Eu Sou”… O Verbo que se fez carne. E foi Ele que nos salvou. Ele conseguiu nos tirar do buraco que nós mesmos nos enfiamos…

Antes dEle vir nós tentamos de tudo… mas tudo foi em vão.

E é exatamente isso que esse vídeo mostra: que antes de Jesus vir, o homem tentava (e tenta até hoje) de todas as maneiras, salvar a si mesmo… mas não adiantava. Quando Jesus vem, quando Ele chega em nossas vidas, é Ele quem nos salva… Ele é o único capaz disso, ninguém mais.

Ele disse: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém VEM ao Pai a não ser por Mim…(João 14.6)”

Depois da queda do Homem, a natureza humana passou a sofrer um terrível mal:

“A sensação de sermos indignos de ser amados…”

E, em minha opinião, o mistério mais profundo desse vídeo é a compreensão da nossa “justiça própria”: Um círculo vicioso em que a humanidade se encontra, em busca de alívio para essa terrível “sensação” de ser indigno de amor. Tentamos a todo custo nos tornarmos justos (e fazer justiça) por nós mesmos, tentamos a todo custo sermos “aceitos”, sermos amados por nossos méritos humanos…  tentamos de todo jeito salvarmos a nós mesmos dos buracos que nos enfiamos… mas não adianta, nada do que fazemos é suficiente. Nada disso nos preenche. Continuamos a nos sentir indignos de ser amados.

Porque? Por vários motivos.

Primeiro, porque o papel do diabo é esse, ele nos acusa 24 horas por dia de “não sermos dignos de ser amados”. E é por isso – por causa dessa acusação – que estamos sempre nos sentindo “culpados”, que sempre parece que não fizemos o “suficiente”… que estamos sempre buscando ter, ter, ter, ter… ou então:  fazer, fazer, fazer, fazer… em busca de aprovação, em busca de amor, de aceitação, em busca da felicidade…

Segundo, porque pensamos que sabemos o caminho, pensamos que sabemos a maneira que as coisas devem ser, devem acontecer… mas não sabemos. E por isso, por pensarmos que sabemos, nós só nos frustramos. Mas por incrível que pareça, quando nós finalmente nos frustramos com a nossa própria sabedoria humana, com a nossa “justiça própria”, Deus então vem mostrar para nós porque Ele é chamado de Salvador.

Depois que descobrimos que não adiantou ter, ter, ter, ter… fazer, fazer, fazer, fazer… Ele nos mostra que a única coisa que precisamos é: Ser, ser, ser, ser, ser…

Ser o quê?

Ser filho de Deus. Ser parecido com Jesus. Ser seguidor de Jesus. Ser santo como Ele é. Ser completamente apaixonado(a) por Ele…

Temos que nos lembrar que: “Ele nos amou primeiro…” (1João 4.19) O mérito não é nosso, o mérito é dEle.

Antes de nós o conhecermos, ou até mesmo sabermos da Sua existência, Ele já havia nos escolhido e nos amado. O amor dEle é imutável. Não há nada que possamos fazer para Ele nos amar mais, ou para Ele nos amar menos… Isso é imutável.

Veja bem, algumas coisas na vida Cristã não são de graça… por isso Jesus disse: “Quem quiser me seguir, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e (depois disso) siga-me…” (Mt 16.24). Ou seja, para segui-lo temos que (pelo menos): Negar a nós mesmos e tomar a nossa cruz…

(negar a nós mesmos significa: negar as nossas vontades. E tomar a nossa cruz significa: fazer a vontade de Deus, uma vontade que nem sempre nos agrada, que parece absurda, mas que é a melhor).

Mas há duas coisas na vida Cristã que são de graça, de graça mesmo: A Salvação e o AMOR de Deus por nós.

Ele simplesmente nos amou. Decidiu nos amar… nós não merecemos mesmo esse amor, mas nós recebemos, ou seja, aceitamos – mesmo sem compreender – esse grande AMOR que Ele tem por nós .

Esses dias estou gravando uma de minhas músicas favoritas do novo CD, ela tem tudo a ver com essa mensagem, e se chama: “Jamais te Deixarei”. Eu a recebi do Senhor em 2005.  Leia um trecho da letra.

Jamais te Deixarei

(Letra e Música: Sarah Sheeva)

“Jamais te deixarei, jamais te abandonarei, porque eu te amo amado da minh’alma.

…E o que mais me impressiona é saber que as minhas fraquezas te atraem pra mim… E o que mais me emociona é saber que tudo o que me falta eu encontro em Ti… Pois Tu és forte, em tudo o que sou fraco, e Tu é capaz de tudo o que eu não sou, pois em Ti está a força, e em Ti há Poder, eu reconheço que preciso de um Salvador…”

Mais uma vez o Senhor me salvou de mim mesma…

No dia em que eu recebi essa música foi assim, eu descobri que a minha “derrota” é a “vitória” de Deus na minha vida…

Ou seja, quando eu finalmente descubro que eu não sou,

aí eu descubro que Ele é.

O que Ele é?

Ele é tudo o que eu não sou.

E o que eu não sou?

Eu não sou nada.

E o que Ele é?

Ele é Tudo.

Nele eu posso viver… Nele eu  posso todas as coisas…

Não em mim, mas Nele.

Eu Nele e Ele em mim.

“…já não vivo eu, mas Cristo vive em mim…” (Gálatas 2.20)

Sarah Sheeva

06/08/2009

Lançamento do Livro “Onde foi que eu errei?”

Livro "Onde foi que eu errei?"
Livro "Onde foi que eu errei?"

16 de Novembro de 2008

Depois de muitos meses de trabalho, finalmente chega

o novo livro:

 “Onde foi que eu errei?”

Porque os filhos dos crentes se desviam

dos caminhos do Senhor…

Os erros que os pais não devem cometer…

E como recuperar os filhos perdidos…

 

Fruto de minha experiência como mãe, discipuladora,

líder e missionária, o livro “Onde foi que eu errei?”

fala dos“onze principais erros” dos pais cristãos.

Ele explica porquê os filhos dos crentes se desviam

dos caminhos do Senhor… orienta os pais sobre como

recuperar os filhos desviados, e também dá dicas

importantes para a criação e educação dos filhos.

O livro também conta algumas experiências minhas

como mãe. Fala do desafio que enfrentei ao criar a

minha filha sozinha (sendo mãe solteira desde

os 19 anos). 

Hoje a minha querida filha, Rannah Sheeva (que neste

ano de 2008 completou 17 anos) é uma jovem convertida,

santa e exemplar… uma filha que só me dá alegrias…

um verdadeiro milagre e presente de Deus

na minha vida.

 

Tudo começou em julho de 2007, quando nasceu

a primeira palavra sobre criação de filhos…

Deus havia me revelado os (primeiros) seis principais

erros que os pais cristãos cometiam… eu então comecei

a ministrar sobre esse tema, sem saber o quão poderosa

seria esta Palavra na minha vida, e na vida de muitas

pessoas em todo o Brasil.

Na primeira vez que a preguei foi em Belém do Pará,

na Igreja Batista da Amazônia.

Era um culto no domingo de manhã…

que dia inesquecível. O que eu vi naquele dia me

impactou… não eram apenas os pais que choravam,

que se quebrantavam na presença de Deus,

haviam também muitos jovens chorando…

se quebrantando, se derramando…

na presença do Senhor…

com certeza foi uma manhã de profunda cura interior.

No início de 2008, Deus continuou falando comigo

sobre este tema, e chamou minha atenção para os

outros “erros” que eu deveria citar quando pregasse

sobre “criação de filhos” durante os congressos

realizados. Foi então que surgiram o restante dos

“onze erros”. Aquela palavra então se tornaria este

livro, que chega nas livrarias este mês (Nov 2008),

editado e distribuído pela Editora Naós.

Com uma capa fantástica, idealizada pelo meu designer

favorito, Marcus Castro da Imaginar Design &

Comunicação.

O meu desejo é que, assim como esta palavra tem

transformado a vida de muitas pessoas,

ela também seja edificante para a tua vida!

 

Leia aqui (com exclusividade) um trecho do livro

“Onde foi que eu errei?”:

  

 

Capítulo 1 – Se os Anjos Pudessem Falar 

 

Vede, não desprezeis algum destes pequeninos, porque

eu vos digo que os seus anjos nos céus sempre vêem

a face de meu Pai que está nos céus.

Porque o Filho do homem veio salvar o que se tinha

perdido. Que vos parece? Se algum homem tiver cem

ovelhas, e uma delas se desgarrar, não irá pelos

montes, deixando as noventa e nove,

em busca da que se desgarrou?

E, se porventura achá-la, em verdade vos digo

que maior prazer tem por aquela do que

pelas noventa e nove que se não desgarraram.

Assim, também, não é vontade de vosso Pai,

que está nos céus, que um destes pequeninos se perca.

(Mateus 18. 10-14)

 

 Ninguém quer perder os seus filhos para o mundo.

Por isso, na hora de cria-los os pais sempre dão o

seu melhor. Essa é uma verdade indiscutível.

Todos os pais sempre fazem o melhor que podem.

Sempre.

(Só que às vezes o melhor de um é o pior de outro.)

Quando os pais cometem erros, a atitude nunca é

consciente. Eles não erram sabendo que estão errando,

ao contrário, se eles erram, erram pensando que estão

acertando. O desejo deles é sempre acertar, e não errar.

Porém, muitas vezes eles erram.

Ou melhor, como eu também sou mãe,

deixe-me corrigir: Nós erramos…

E às vezes nós erramos muito mesmo.

Ainda que inconscientemente, nós erramos. Pois errar

faz parte desse processo de criar os filhos.

Errar faz parte da nossa natureza humana (seja ela a

“velha” ou a “nova natureza” em Cristo Jesus

Ef 4.22-24).

Afinal, seja cristão, crente, “incrédulo” ou ímpio,

todos nós erramos.

Nós, como pais, temos a obrigação de proteger

e orientar nossos filhos. Temos a obrigação de

amá-los. Mas também, temos a obrigação de

alerta-los sobre todas as ciladas do maligno que

 surgirão pelo caminho.

O problema é que, às vezes, amamos, falamos,

alertamos, orientamos, e parece que não adianta muito.

Por que será que isso acontece?

Se eu fiz o “meu melhor”…

Se eu dei “tudo” que pude dar…

Se eu dei todo o amor que eu tinha…

Onde foi que eu errei?

Esta é a pergunta que muitos pais fazem a si mesmos,

e muitas vezes não encontram respostas.

Eu costumo dizer o seguinte:

Ah!, se os anjos pudessem falar…

Você já imaginou se os anjos pudessem responder

a esta pergunta?

Já imaginou se eles tivessem a autorização de Deus

para nos responder?

O que será que eles nos diriam?

Eu sempre imagino isso como se fosse uma cena de

um filme. Onde eles abririam uma “tela” diante dos

nossos olhos, e prontamente nos mostrariam as

situações do nosso passado. Situações onde erramos

“feio” com nossos filhos.

Eu imagino, então, que eles diriam assim:

Ah… Você errou ali… ali… ali… e ali…

Provavelmente diante do anjo nós ficaríamos surpresos

com a quantidade de situações que eles nos mostrariam.

Situações onde nós, até então, não sabíamos que

havíamos errado. Apesar de isso ser apenas um exemplo

 da minha imaginação, imagine você, se uma coisa

“incrível” como essa acontecesse, se Deus permitisse

que um anjo viesse e lhe revelasse onde você errou?

O que você faria?

Você realmente conseguiria enxergar e admitir onde

você errou?

Você aceitaria o confronto, mediante os seus erros?

Ou simplesmente se justificaria, dizendo os “porquês”

 de cada erro?

Você confessaria os seus erros a Deus, e aos seus filhos?

Você pediria perdão aos seus filhos pelos seus erros?

Se a resposta for sim, então considere essa leitura como

uma oportunidade.

Sabemos que Deus pode usar qualquer coisa para falar

conosco. Por isso eu creio que este livro pode ser um

instrumento nas mãos do Espírito Santo.

Uma ferramenta de mudança e de cura interior,

levando você a se ver “por dentro”. Conduzindo sua

memória a situações e às circunstâncias do seu passado

(e do passado de seus filhos) que ainda não foram

resolvidas, (para que finalmente elas sejam).

O intuito desta palavra não é colocar os pais “debaixo”

 de acusação, nem simplesmente ficar “apontando”

os erros. O objetivo é apenas ajudar os pais a se verem,

se enxergarem (e enxergarem seus erros), para que

assim possam ser tratados.

Somente quando enxergamos os nossos erros é que

podemos confessa-los a Deus, e sermos curados.

(Tg 5.16)

Não temos como falar daquilo que não enxergamos,

daquilo que não conhecemos. Como levaremos certos

problemas “aos pés da cruz de Cristo” se não

enxergamos o problema?

Como saberemos o que levar até Deus, se não

constatarmos primeiro as nossas falhas?

O exercício de “se ver” é muitas vezes difícil e

desagradável para a nossa alma, pois a nossa mente

não quer “reviver” emoções dolorosas.

Lembrar de certas coisas da infância ou da adolescência

é como entrar em lugares terríveis e “sombrios” dentro

de nós, em nossa memória. São lugares onde,

simplesmente, não somos capazes de entrar sozinhos.

Porém, ao mesmo tempo em que não queremos entrar

nesses lugares (por serem dolorosos), sabemos que

necessitamos urgentemente entrar neles, e fazer um tipo

de “faxina” emocional. Precisamos ter coragem pra

entrar nesses “lugares” em nossa alma:

jogar “o lixo” fora, organizar tudo, pois se não,

vai tudo começar a “cheirar mal” em nosso íntimo,

a ponto de não suportarmos mais a nós mesmos.

Precisamos primeiro limpar… tirar o lixo.

Para só então, ir lá (em nosso íntimo) colocar tudo no

lugar, e acrescentar o que está faltando.

Porém, será que temos a capacidade de entrar nos

lugares profundos da nossa alma e “limparmos” a

nós mesmos?

Uma vez, eu aprendi algo com uma de minhas

pastoras (Pr.ª Luciana) que foi uma bênção para a

minha vida espiritual e emocional:

Muitas vezes em nossa vida (durante o processo de

cura interior) precisaremos clamar a Deus para que Ele

nos “pegue pela mão” (Is 41.13), e às vezes até nos

“carregue no colo”, quando precisarmos “entrar” em

lugares ainda não tratados em nossa alma.

São “lugares” onde não somos capazes de entrar

sozinhos, sem a ajuda de Deus. Muitas vezes eu a ouvia

orar dessa forma:

Senhor, entra comigo… entra comigo onde eu não dou conta

de entrar sozinha… me pega pela mão e entra comigo…

me leva aonde eu não sou capaz de entrar sozinha…

entra comigo, Deus, pois só assim serei capaz de entrar

nesse lugar dentro de mim…

Essa atitude representava o reconhecimento

(e a confissão) de que ela não era capaz de ser curada

sem a ajuda de Deus.

Algumas pessoas, ao perceberem como será difícil e

doloroso o processo de entrar em determinados

“lugares emocionais” não resolvidos, desistem de lutar

pela cura interior, e se acomodam em suas próprias

limitações. Porém, se somos verdadeiros cristãos, se

cremos na Palavra de Deus, sabemos que fugir

não resolve os problemas… temos de enfrenta-los…

e resolvê-los. Temos de perdoar…

… os pais que têm filhos “desviados dos caminhos do

Senhor” precisam parar de fugir da realidade, precisam

enfrentar a situação.

Esses pais precisam compreender por que, apesar de

todo o seu esforço (de todo o seu amor e dedicação)

o seu filho (ou filha) está hoje longe dos caminhos do

Senhor. Deus quer lhe ajudar a trazer seus filhos de volta,

Ele sabe que isso não depende só do agir dEle,

mas depende também do livre-arbítrio

dos seus próprios filhos. Por isso é preciso entender

e enxergar como foi que os filhos foram parar no mundo.

Como foi que eles se desviaram?

Foi tudo culpa do diabo?

Afinal de contas, a Bíblia diz que o diabo

“veio pra roubar, matar e destruir…” (Jo 10.10)

Mas será que é tudo culpa dele?

Temos de entender que o diabo não pode agir onde

não há uma brecha para ele.

Se nossos filhos se desviam dos caminhos de Deus,

não é apenas por causa do diabo,

pois o diabo não pode tocar onde não há legalidade

para ele tocar. A Bíblia diz que o diabo é um inimigo

despojado (sem armas), ou seja, ele não tem mais armas,

pois Jesus o despojou na cruz do Calvário (Cl 2. 1415).

O diabo foi derrotado por Jesus na cruz,

ele é um inimigo derrotado e sem armas…

então como é que ele consegue nos atacar?

A resposta é:

a arma que ele usa são as nossas próprias fraquezas.

… vigiai. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor…

procurando a quem possa tragar (1Pe 5.8).

O diabo não tem mais armas… nenhuma.

Até mesmo o espírito da morte Jesus venceu!

(2Tm 1.10, Ap 1.18).

Por isso, o diabo procura as nossas fraquezas,

as brechas, os “buracos” em nossa *alma onde ele possa

“ter acesso” e assim “entrar” e nos atacar bem ali.

(*alma = mente, memória, emoção, intelecto, raciocínio…)

 

Os nossos erros, como pais, são para o inimigo (diabo)

a “entrada” favorita para desviar nossos filhos dos

caminhos do Senhor. Por isso precisamos localizar,

enxergar, discernir e identificar esses erros,

os erros que cometemos como seres humanos que somos,

e leva-los à cruz de Cristo, para que encontremos solução,

e corrijamos esses erros a tempo. (Hb 4.16)

Eu o encorajo a fazer como eu descrevi, deixe o

Espírito Santo fazer o papel daquela “tela” aberta diante

dos seus olhos, diante da sua vida… E decida “se ver”,

se enxergar. Decida descobrir seus erros… para então

poder conserta-los.

Afinal, essa é uma atitude totalmente bíblica.

São muitas as passagens onde vemos Jesus conduzir

a pessoa a se ver “por dentro”, a questionar

a própria motivação…

… em João 4.7-29:

vemos Jesus ajudar uma mulher samaritana

a “se ver por dentro”. Jesus viu que aquela mulher estava

em busca de preencher um “vazio”… vazio representado

ali pela sede da “água viva” que ela tinha dentro de si

(v.15). Vemos claramente Jesus dizer àquela mulher que,

apesar de ela ter trocado de marido cinco vezes,

ela ainda estava “sozinha”, não tinha um compromisso

firmado nem com o homem com quem vivia (na verdade,

 o problema não estava nos homens, não adiantava ela

trocar de marido em busca de um homem melhor que o

outro, pois o problema estava nela mesma).

Por intermédio das palavras de Jesus aquela mulher então

 consegue “se ver”, “se enxergar”, e a partir daí

ela abre o coração e pede ajuda (vv.18 e 19).

Jesus então Se revela a ela, revela que Ele é a fonte da

“água viva” que preenche o vazio do ser humano, e ela

então é transformada!(vv. 26, 28 e 29) e sai

testemunhando a todos a cura que recebeu

nas suas emoções. Da mesma forma que aquela mulher,

nós precisamos decidir enxergar nossos corações

(por intermédio do nosso livre-arbítrio), pois Deus

não vai nos obrigar a enxergar certas coisas.

O nosso livre-arbítrio é a “porta” por onde o poder de

Deus “entra”. Até mesmo a fé que recebemos de Deus,

vem quando decidimos pedir a Ele. Pedimos fé, e Ele

derrama mais fé em nosso coração.

Mas precisamos entender que isso (pedir e receber)

também é uma decisão nossa.

Para resgatarmos os filhos que estão no mundo,

a primeira coisa que precisamos fazer é enxergar

“onde foi que nós erramos”. A segunda coisa é deixar

o Espírito Santo de Deus nos conduzir a um caminho

de restauração familiar.

Observe que não podemos (nem devemos) negar a

autoridade que nos foi dada por Deus como pais sobre

nossos filhos. Porém, essa autoridade natural e espiritual

(que temos sobre nossos filhos) só se manifestará

quando nos submetermos (primeiramente) ao

tratamento de Deus em nossas vidas

(como filhos que também somos).

Eu creio que, assim como um dia eu me enxerguei,

percebi os erros que estava cometendo com minha filha,

e por meio do poder de Deus recuperei o coração dela,

e assim como tenho visto muitos filhos e filhas voltando

para o Senhor, e também, muitas famílias sendo curadas
e transformadas… a sua vida também será!

Você precisa apenas obedecer à direção de Deus…

Apenas aceitar o tratamento dEle…

comece aceitando que Ele lhe confronte onde você

precisa mudar. E saiba que, se você fizer a sua parte,

a vitória é sua! Pois Deus sempre faz a parte dEle,

Ele não falha.

É impossível Deus falhar, Ele já venceu!

Não há mais jeito dEle perder, pois Ele já venceu!

Já ganhou a batalha, ela já está vencida.

Se alguma coisa está errada nas nossas vidas,

o problema não está em Deus, mas está em nós mesmos!

“Ah, mas o problema não é o diabo? A culpa é do diabo…”.

Lembre-se:

o diabo não pode nos tocar se não dermos abertura.

1João 5.18 diz:

..Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca;

mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo,

e o maligno não lhe toca.

Por isso, se você se submeter a Deus, e ao Seu tratamento,

este será o seu destino:

Seus filhos (e toda a sua casa) serão uma bênção

nas mãos de Deus!

Quem crê obedece…

Creia no Senhor Jesus e será salvo, tu e tua casa (At 16.31).

Creia e receba!

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Glória a Deus!

 

Brasil, Santidade ao Senhor!
Brasil, Santidade ao Senhor!

 

 

Glória a Deus em primeiro lugar!

 

Mas quero agradecer também a todos os irmãos e

irmãs em Cristo que me enviaram e-mails com

palavras de incentivo, e também a todos que,

mesmo não sendo freqüentadores de igreja (me

enviaram lindos e-mails), se identificaram com

meu testemunho de vida que foi ao ar no dia 24

de Abril de 2008, no Programa “SuperPop” na

RedeTv.                                                                                                          

Quero compartilhar com vocês algo curioso que

aconteceu durante as gravações, que ocorreram no

dia 22 de Abril. Houve (literalmente) um terremoto

na cidade de São Paulo, num local muito próximo

de onde estávamos gravando o programa.

Durante um dos intervalos da gravação, o esposo

de Luciana telefonou para o celular dela preocupado

(pois o terremoto havia acabado de ocorrer) , como

Deus estava no controle total da situação naquela

noite, não sentimos nem sinal do tremor. O Espírito

Santo me mostrou que no momento do terremoto

algo estava acontecendo sobre o mundo espiritual 

na nossa nação… daí a manifestação física de um

terremoto (coisa que todos nós sabemos que não

ocorre no Brasil).                                                   

Com certeza, a partir da noite de 24 de Abril

de 2008, muitas pessoas deixaram de “se envergonhar

do evangelho”… e muitos deixaram de pecar!

Muitos Cristãos tiveram a sua fé reforçada! E renovada!

E muitos voltaram seus corações para Deus…

sabendo que, SÓ DEUS pode transformar uma vida

como transformou a minha…

Alguém como eu que andava em “trevas”…

hoje anda na “Luz”!                                                          

É bom demais ser Crente!                   

 

Faço minhas as palavras da querida Renata Valadão

(esposa do Pr. Marcio), pois uma vez ela me disse:

“…sabe porque Deus nos escolheu?

Porque não tinha ninguém pior…rsrsrs”  

Hoje eu reconheço que, na minha casa não tinha

ninguém pior que eu… Por isso Deus começou a

libertação por mim! Pra mostrar o quanto Ele

é Poderoso!  

Da mesma forma, você que se julga incapaz de

vencer certas batalhas, principalmente as batalhas

internas, eu te digo:

Deus escolheu você!

Quero te incentivar a continuar firme no seu

caminho, ore, fale com Deus diariamente…

leia a Bíblia…  busque o batismo do Espírito Santo,

ore em línguas, jejue, e procure uma igreja que

tenha a ver com você, (onde você se identifique

com a linguagem dos pastores, pois a Bíblia

é a mesma…) mas não fique sozinho(a),

sem “cobertura espiritual, pois ninguém vence a

“batalha” sozinho, precisamos estar congregados,

unidos… pois assim somos fortes espiritualmente!

Muitas pessoas me enviaram e-mails perguntando

como ter uma verdadeira experiência com

Deus… O importante é você saber que a busca

começa no seu coração, no seu livre arbítrio,

pois a única coisa que Deus não viola é o nosso

livre arbítrio, nisso Ele não interfere…

ou seja, pra você ter uma verdadeira experiência

com Deus é preciso buscar “de todo coração”,

e não apenas de palavras… é preciso dedicar um

tempo do seu dia a isso, a essa busca. Eu costumo

dizer que o ser humano tem um cotidiano, uma

rotina com várias coisas básicas da vida, tipo,

todos os dias passamos tempo com nossa escova

de dentes, ou com nosso vaso sanitário…

pelo menos uns trinta minutos por dia, todo

mundo passa… mas muitas vezes não tiramos

meia-hora para orar no quarto, para buscar a Deus…

Precisamos entender que SEREMOS ÍNTIMOS

DAQUELES COM QUEM PASSAMOS TEMPO

SOZINHOS,se você passar tempo com Deus, 

buscando a Deus,Ele vai te visitar, e você terá

uma verdadeira experiência com Ele.

Mas lembre-se, nas suas orações chame pelo

nome que “está acima de todo nome”: JESUS.  

Além dessa busca por intimidade com Deus, eu

sempre falo sobre o processo de “discipulado”

que passei (ser discípulo = ser seguidor). 

Ser discípulo de Jesus é ser seguidor dEle e de

seus ensinamentos. Ser “discipulado” quer dizer,

ser acompanhado por alguém durante a caminhada

Cristã, alguém conhecedor da Palavra de Deus e

possuidor das características do caráter Cristão,

que vai nos ensinar, aconselhar, ajudar nos

momentos difíceis dessa caminhada…

Isso foi fundamental para o meu amadurecimento

espiritual.

Minha “discipuladora” Prª Cynthia, sempre me

ajudou muito, algumas vezes com palavras

de incentivo, outras com palavras de confronto

(pois sem confronto não há mudança) muitas vezes 

com orações, outras vezes com um ombro amigo,

onde muitas vezes (mesmo) chorei, babei,

e “melequei”… muitas vezes…

Mas a principal característica (e mais marcante)

da minha discipuladora, sem dúvida, foi, e é

o Amor (e a paciência) que sempre dedicou ao

trabalho de “cuidar de vidas”, ou seja:

o trabalho de discipular.

Hoje eu também sou um fruto do trabalho dela, e do

Pr. Sergio (seu esposo), do meu querido Pastor

José Antônio Lino,  e de toda a equipe Pastoral da

igreja onde sou membro. 

É muito bom quando temos uma “família”

espiritual, pessoas de confiança, com quem

podemos abrir nossos corações, expor nossos

pensamentos e sentimentos, e muitas vezes

os pecados… na certeza de que não seremos

expostos, ou rejeitados por cometermos erros.

 

Não conheço outra maneira de andar na luz de Deus,

pois se não tivermos com quem abrir o coração,

não confessamos… e se não confessarmos os nossos

pecados, as trevas criam força sobre nós… mas se

confessarmos, a luz  de Deus entra, e destrói o

engano das trevas! Quando a luz entra num ambiente,

as trevas não podem subsistir… Aleluia!!!

 

Você quer saber o caminho que deve seguir?

Viva e pratique cada uma dessas coisas que você leu

aqui, pois do mesmo jeito que eu venci o pecado,

e os dejesos da carne, você também irá vencer!  

E assim como eu, que hoje não sou mais dominada

pelas vontades, mas sou governada pelo Espírito

de Deus, você também será!

E pode ter certeza, se alguma coisa está errada…

se alguma coisa não está dando certo em nossas

vidas, pode ter certeza que a causa do problema

não está em Deus… mas está em nós mesmos…

pois Deus é fiel, ainda que sejamos infiéis,

Ele permanece fiel… (2 Timóteo 2:13)

 

Que Deus abençoe a sua caminhada ainda mais

do que tem abençoado a minha…

 

Sarah Sheeva

01/05/2008