A Bíblia e a Homossexualidade: A Diferença Entre o Conteúdo e a Forma

A forma nem sempre revela o conteúdo.
A forma nem sempre revela o conteúdo.

Ontem eu postei em minha página do Facebook o link de uma outra página (do face) sobre testemunhos de ex-gays homens e mulheres (https://www.facebook.com/pages/Ex-gays/1418622878421889?fref=ts), e recebi alguns comentários bons, e outros não tão bons.
Quero compartilhar com vocês algo que poderá edificá-los, e principalmente ajudá-los a ajudar as outras pessoas, pois muitas vezes o CONTEÚDO e a intenção dos irmãos (em comentar) são bons, porém a FORMA de transmitir a mensagem não.
Vejam um dos comentários (que foi postado em minha página por um dos seguidores), e logo abaixo vejam a minha resposta.

O comentário foi:
“…haverá condenação no juízo final, sera que (os gays) esqueceram? A Bíblia é bem clara! Não deitarás homem com homem e nem mulher com mulher… faltam entenderem. Aqui na terra podem ser felizes sim, sem esquecer que o Filho de Deus virá, e será Juiz, e não mais advogado.”

Minha resposta ao comentário:
Sim, a Bíblia diz isso mesmo. Esse é um CONTEÚDO que ela também nos dá.

Porém, vejamos DIFERENÇA ENTRE o CONTEÚDO e a FORMA:

A FORMA como TRANSMITIMOS esse CONTEÚDO Bíblico (às pessoas) deve ser melhor, mais esforçada NO AMOR, porque? Porque dessa FORMA aí do comentário acima (mencionando a “condenação” e o juízo) as pessoas que estão sofrendo com essas vontades (homossexualidade) se sentem ainda piores do que já estão por dentro, nas emoções e nas vontades.
Essa FORMA de transmitir não ajuda, essa FORMA só prejudica.
Prejudica tanto as pessoas que estão passando por isso, como prejudica o CONTEÚDO da Verdade do Evangelho que tanto queremos apresentar a essas pessoas.
Precisamos melhorar a FORMA, para conseguirmos transmitir o CONTEÚDO. Não adianta nada FALAR se as pessoas não conseguem ENTENDER.
Nunca devemos falar ou tratar as pessoas que sofrem com essas vontades (homossexualidade) como se elas estivessem fazendo isso por “pirraça”, porque elas não estão!
E essa FORMA aí (do comentário acima) de transmitir, dá a entender que “é fácil” lidar com a situação que eles estão, com essas vontades, etc, porém sabemos que não é fácil!
Essas VONTADES são uma batalha INTENSA e dolorosa dentro dessas pessoas.
É preciso ter sabedoria do Espírito para realmente ajudá-los.
Podemos e devemos sim anunciar a VERDADE a essas pessoas, mas NUNCA transmitir essa VERDADE de uma FORMA “condenadora e julgadora”, pois ao invés disso ajudar, essa FORMA AFASTA as pessoas (que estão sofrendo muito em suas vontades).
Temos que buscar mais AMOR para falar desse assunto, pois estamos lidando com o mais íntimo da alma de muitas pessoas, sendo que alguns já sabem da Verdade, e por isso, sofrem diariamente lutando contra essas vontades (até que sejam verdadeiramente transformados).
Igreja, tenhamos mais AMOR para tratar do assunto: HOMOSSEXUALIDADE.
Precisamos apresentar para essas pessoas o CONTEÚDO da VERDADE do AMOR de Jesus Cristo (que morreu por eles também!) e do Seu Poder!
O CONTEÚDO do Evangelho é mais importante que a FORMA como o transmitimos, mas a nossa FORMA (ruim ou errada) de TRANSMITIR esse CONTEÚDO pode prejudicar e impedir essas pessoas de terem acesso a esse maravilhoso CONTEÚDO do Evangelho de Jesus Cristo.
Portanto, nós que já somos livres em nossas VONTADES, que já temos consciência da Verdade, temos responsabilidade com a nossa FORMA de comunicar essa VERDADE do Evangelho a essas pessoas!
E digo mais: seremos COBRADOS DISSO!!! (Por quem?) Pelo nosso Senhor!!
Por isso, tenhamos mais atenção, mais paciência, mais AMOR, e mais responsabilidade em nossa FORMA de comunicação desse maravilhoso CONTEÚDO tão precioso para todos (que é a Bíblia e a Verdade do Evangelho de Jesus Cristo).
Que sejamos TRANSMISSORES eficazes dessa VERDADE e desse CONTEÚDO, e não destruidores da compreensão dele.
Com Amor,
Paz, Pastora Sarah Sheeva
30.05.14

Obs:
Aprendi isso (sobre Conteúdo e Forma) em um dos livros do Psicólogo e Pastor Paulo Cesar Pereira, o nome do livro é “Os Mandamentos de Homens na Igreja de Cristo”. Quem quiser adquirir esse livro, acesse o Facebook do Pr.Paulo: https://www.facebook.com/paulocesar.pereira.1963?fref=ts

Sigam minha página do Facebook: https://www.facebook.com/pages/Pastora-Sarah-Sheeva/167117100009958

 

Só Deus é digno da nossa ADORAÇÃO

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Outro dia postei em meu Facebook um pequeno texto em resposta a um comentário carinhoso de uma irmã, ela dizia algo como: “Pastora, eu te adoro…” e então o Espírito me moveu a respondê-la em amor, explicando que ela não devia usar esse termo “adoro” para expressar seu carinho por pessoas, ou se referir a mim, ou a qualquer outra pessoa (que não fosse o Senhor, Nosso Deus).

Interessante foi que o Espírito me disse: “Publique essa resposta para que outros também saibam…”
Mas eu pensei comigo: mas isso é tão óbvio… Não acho que será importante publicar isso…
Mas o Espírito me lembrou de quando eu me converti em Outubro de 1997, daquela época que eu não sabia nada de nada. Ele me lembrou que foi em 1999 que aprendi isso com a minha filha, que na época era bem pequena, mas foi ela que me ensinou o significado da palavra “adorar”.
Ela ia comigo aos cultos na igreja que eu frequentava, e durante o culto ela ficava na “escolinha” das crianças, onde a professora ensinava a elas muitas coisas da Palavra, inclusive isso. Me lembro dela me corrigir várias vezes quando da minha boca desatentamente saía essa expressão: “Ah, eu adoro fulana!” Ou “eu adoro tal coisa…”
E ela dizia: “Mamãe, adorar só a Deus!” (rs, era muito fofo… inesquecível…)
Mas voltando ao hoje, quando fui ver o post no dia seguinte me surpreendi! Haviam mais de 1500 “curtidas”, e mais de 100 comentários de várias pessoas dizendo o quanto aquele post os havia edificado de alguma forma.
Uns porque aquilo tinha sido uma grande “novidade” e revelação para eles, e outros porque se lembraram de seus pais e professores (cristãos) os ensinando e “martelando” nesse assunto para que eles nunca usassem esse termo com coisas ou pessoas. É um termo que tem um significado tão sério, mas é tão usado no mundão como uma simples gíria, e como se fosse uma palavra qualquer. Mas não é uma palavra qualquer. Ela tem um significado ÚNICO que precisa ser observado. Afinal, as palavras tem poder!

“Há alguns que falam como que espada penetrante, mas a língua dos sábios é saúde.
“(Provérbios 12:18)
A morte e a vida estão no poder da língua; e aquele que a ama comerá do seu fruto.” (Provérbios 18:21)
A língua benigna é árvore de vida, mas a perversidade nela deprime o espírito.” (Provérbios 15:4)

Por isso aí vai o texto que postei no Face, caso alguns de vocês não tenham lido.
Compartilhem! Outras pessoas podem ser abençoadas também!

Só Deus é digno da nossa ADORAÇÃO

Nós Crentes (no Senhor, e em Sua Palavra) nunca devemos usar o termo “adorar” para nos referir a coisas ou a pessoas (que não sejam o próprio Senhor), porque?
Porque ADORAR é MAIS que amar, ADORAR é prestar CULTO, dizer a alguém que você o/a adora é a mesma coisa que prestar culto a essa pessoa. 

Nós podemos AMAR as pessoas e até coisas, porém não podemos ADORAR. 
ADORAR devemos somente A Deus! 
Só Deus é digno da nossa ADORAÇÃO. 
Por isso precisamos corrigir a nossa linguagem, e nunca usar o termo “adorar” para coisas, ou para pessoas que não sejam o nosso Senhor.
Paz, Pastora Sarah Sheeva
25.03.14

Existe profecia para casamento?

Cuidado com as
Cuidado com as “profetadas” que existem por aí…

A Aida me enviou a seguinte pergunta em minha página do Facebook:
“Tenho uma dúvida e queria a sua opinião Pastora Sarah Sheeva: Existe profecia para casamento? Há relato sobre o assunto na bíblia?”

Resposta:

Aida, antes de qualquer coisa, precisamos saber o que é uma profecia. Segundo o dicionário, profecia também significa: “previsão do futuro”, “presságio”.
Ou seja, quando alguém recebe uma profecia, está recebendo uma “previsão” do que um dia irá acontecer.
Sendo assim, é claro que Deus pode revelar o futuro da vida sentimental de alguém se Ele quiser fazer isso, porém não temos relatos bíblicos sobre isso, portanto isso não é algo comum.
Pode acontecer? Pode. Mas é raro. Não é algo que Deus costuma fazer, por isso é preciso tomar cuidado.
Porque?
Porque existem muitas pessoas que se passam por profetas, ou forjam “profecias” para manipular outras a fazerem o que elas querem. Temos que tomar cuidado com as “profetadas” (falsas profecias, ou profecias da alma) que existem por aí. Infelizmente existem pessoas que brincam com isso, e que prejudicam a vida de outras pessoas, prejudicam aquelas que, por crerem cegamente em qualquer tipo de “profecia”, acabam acreditando em tudo que alguém falar “em nome de Deus”. Mas é preciso saber que nem todos que dizem falar “em nome de Deus” estão realmente falando em nome dEle. Muitos falam pela própria alma (mente, emoções), e infelizmente muitos também falam debaixo de espíritos de engano (demônios).
Por isso tem que tomar MUITO cuidado com profecias sobre a área sentimental, porque a MAIORIA é furada.
No meu livro “Defraudação Emocional” eu explico isso bem no capítulo onde falo da defraudação-cupido, é realmente muito perigoso.
Quando Deus dá uma profecia sobre casamento ou vida sentimental, geralmente (a profecia) é uma CONFIRMAÇÃO de algo que Deus já falou com a pessoa no secreto (em suas orações particulares com Deus) algo que Deus já falou pessoalmente a pessoa. Ou seja, a profecia se torna um sinal de confirmação de que aquilo que Deus está falando a pessoa (em suas orações pessoais) de fato vai acontecer.
Mas quando alguém vem e entrega uma profecia qualquer, temos que desconfiar.
Não que não seja verdade, mas temos que desconfiar, orar, pedir confirmação a Deus, ao invés de sair por aí acreditando em tudo que dizem (como “crianças espirituais” carentes e imaturas). Não devemos acreditar em toda “profecia” que nos dão, sem antes averiguar com Deus.
Além disso, quem tem relacionamento com Deus e com Sua Palavra, não fica buscando profecias por aí não. Mas vive na CERTEZA de que Deus é Fiel e Justo em tudo que Ele faz, e assim CONFIA nEle plenamente.

Outra coisa importante é a diferença entre Profecia e Visão.
Profecia é uma anunciação falada, é quando de fato Deus usa a boca de alguém para falar ao seu povo, ou a alguém específico.
Já a visão é uma anunciação visual, mais difícil de compreender, porque ela sempre envolverá a INTERPRETAÇÃO de quem viu (e de quem ouviu o relato de quem viu).
Por isso as visões nunca dever ser tratadas com o mesmo crédito que as profecias faladas, porque elas são mais difíceis de serem compreendidas, e são mais fácies de serem distorcidas pela nossa alma (mente).
Apesar das visões espirituais serem algo comum para as pessoas que tem uma vida espiritual ativa, nem sempre recebemos a interpretação das visões. E quando recebemos, nem sempre recebemos a interpretação na mesma hora que temos a visão.
Além disso, em nosso meio existem muitas pessoas enfermas emocionalmente, e existem pessoas que se passam por “profetas”, alguns fingem profecias, e fingem terem tido visões, e isso no intuito de receberem atenção. São pessoas que “brincam” com as coisas sérias de Deus, infelizmente hoje em dia é mais comum do que imaginamos.
Assim, da mesma forma que desconfiamos das profecias que nos entregam, devemos desconfiar das visões que nos repassam, não acreditando em tudo que nos dizem, mas buscando ser dirigidos pelo Espírito de Deus, pois nem sempre as pessoas que nos dizem terem “recebido uma visão” são honestas, infelizmente é uma realidade de nosso meio nos dias de hoje.
Além disso, quando a visão for real, não devemos acreditar na primeira interpretação, por causa do perigo da interpretação que a nossa alma deseja. Nossa alma tem a tendência a interpretar de acordo com o que ela deseja, nossas emoções podem distorcer ou manipular a interpretação de uma visão, levando a acreditarmos que Deus está falando algo que Ele na verdade, não está.
Sendo assim, da mesma forma que as profecias, as visões devem ser analisadas, e devemos orar sobre elas, buscando discernimento de Deus e interpretação correta, sabendo que muitas vezes, podemos vir a receber a interpretação somente dias, meses e anos depois de uma determinada visão.

Quando a nossa alma está procurando por alguém para casamento, ou quando já estamos envolvidos emocionalmente com alguém, temos que estar mais atentos do que o normal, porque a nossa alma ficará muito mais vulnerável a possíveis falsas-profecias sentimentais.
Mas afinal, o que a Bíblia nos mostra sobre essa procura?
Será que Deus interfere nessa área de nossas vidas?
Será que Deus nos orientaria em uma possível escolha para casamento?

Na Bíblia temos um exemplo bom sobre a procura na área sentimental na história de Isaque e Rebeca (Gn 24) onde Abraão pede ao servo dele que vá buscar uma esposa para Isaque.
Observe que Abraão não entregou nenhuma “profecia” para seu servo. Porém ele deu ORIENTAÇÕES para que o servo seguisse, orientações racionais, e não espirituais. E o servo de Abraão (que era crente) orou a Deus pedindo direção de Deus para encontrar a mulher certa para Isaque, e Deus concedeu o pedido dele, e deu a ele os sinais que ele pediu.
O servo de Abraão buscou orientação espiritual DIRETA de Deus, para então conseguir agir racionalmente, e fazer a escolha certa para Isaque, obedecendo a direção dada por Abraão.

Vamos ler isso em Gênesis 24 (com meus comentários em parênteses)

2- E disse Abraão ao seu servo, o mais velho da casa, que tinha o governo sobre tudo o que possuía: Põe agora a tua mão debaixo da minha coxa, 3- Para que eu te faça jurar pelo Senhor Deus dos céus e Deus da terra, que não tomarás para meu filho mulher das filhas dos cananeus, no meio dos quais eu habito. (me faça um juramento que você não escolherá mulher desse povo aqui para se casar com meu filho)
4- Mas que irás à minha terra e à minha parentela, e dali tomarás mulher para meu filho Isaque. (tu irás buscar mulher da minha linhagem e parentela, da minha cultura, da minha crença, para meu filho)
5- E disse-lhe o servo: Se porventura não quiser seguir-me a mulher a esta terra, farei, pois, tornar o teu filho à terra donde saíste? (se a mulher não quiser vir, eu levo teu filho pra lá?)
6- E Abraão lhe disse: Guarda-te, que não faças lá tornar o meu filho. (não, não faça meu filho voltar pra lá)
7- O Senhor Deus dos céus, que me tomou da casa de meu pai e da terra da minha parentela, e que me falou, e que me jurou, dizendo: À tua descendência darei esta terra; ele enviará o seu anjo adiante da tua face, para que tomes mulher de lá para meu filho. (Deus vai te guiar, e vai enviar um anjo na tua frente para te orientar, para que você escolha a mulher certa para meu filho, de lá da minha linhagem)
8- Se a mulher, porém, não quiser seguir-te, serás livre deste meu juramento; somente não faças lá tornar a meu filho. (se a mulher não quiser vir com você, estás livre do juramento que me fizeste, mas não deixe meu filho voltar pra lá de jeito nenhum)
9- Então pôs o servo a sua mão debaixo da coxa de Abraão seu senhor, e jurou-lhe sobre este negócio.
10- E o servo tomou dez camelos, dos camelos do seu senhor, e partiu, pois que todos os bens de seu senhor estavam em sua mão, e levantou-se e partiu para Mesopotâmia, para a cidade de Naor.
11- E fez ajoelhar os camelos fora da cidade, junto a um poço de água, pela tarde, ao tempo que as moças saíam a tirar água.
12- E (o servo) disse (orou): Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, dá-me hoje bom encontro, e faze beneficência ao meu senhor Abraão! (o servo orou a Deus pedindo que Deus providenciasse o BOM ENCONTRO entre ele e a moça certa para ser a melhor esposa para Isaque, ele orou a Deus pedindo que Ele atendesse ao pedido de Abraão para Isaque, que ele – o servo – encontrasse ali uma moça da linhagem familiar de Abraão)
13- Eis que eu estou em pé junto à fonte de água e as filhas dos homens desta cidade saem para tirar água; (muitas mulheres estavam ali tirando água, ele não tinha como saber qual delas era da linhagem de Abraão)
14- Seja, pois, que a donzela, a quem eu disser: Abaixa agora o teu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque, e que eu conheça nisso que usaste de benevolência com meu senhor. (o servo pediu a Deus um SINAL. Isso sim é bíblico. E o sinal foi bem específico, impossível de ser manipulado: ele pediu que além de lhe dar água, a mulher OFERECESSE água para seus camelos, sem que ele pedisse a ela)
15- E sucedeu que, ANTES QUE ELE (o servo) ACABASSE DE FALAR (com Deus), eis que Rebeca, que havia nascido a (de) Betuel, (que era) filho de Milca, (e Milca era) mulher de Naor, (que era) irmão de Abraão, saía com o seu cântaro sobre o seu ombro.
16- E a donzela era mui formosa à vista (muito bonita), virgem, a quem homem não havia conhecido (virgem, nunca tinha tido relações sexuais); e desceu à fonte, e encheu o seu cântaro e subiu.
17- Então o servo correu-lhe ao encontro, e disse: Peço-te, deixa-me beber um pouco de água do teu cântaro.
18- E ela disse: Bebe, meu senhor. E apressou-se e abaixou o seu cântaro sobre a sua mão e deu-lhe de beber.
19- E, acabando ELA de lhe dar de beber, DISSE: Tirarei também água para OS TEUS CAMELOS, até que acabem de beber.
20- E apressou-se, e despejou o seu cântaro no bebedouro, e correu outra vez ao poço para tirar água, e tirou para todos os seus camelos.
21- E o homem estava admirado de vê-la, CALANDO-SE, para saber SE o Senhor havia prosperado a sua jornada ou não. (o servo ficou CALADO, e não deu nenhuma pista, para ter certeza se haveria o sinal, e se não seria um “sinal” manipulado por ele, pois ele não podia errar na escolha)
22- E aconteceu que, acabando os camelos de beber, tomou o homem um pendente de ouro de meio siclo de peso, e duas pulseiras para as suas mãos, do peso de dez siclos de ouro; (essa era uma forma gentil de iniciar uma conversa respeitosa com a moça, era uma forma dele fazer com que ela o ouvisse)
23- E disse (o servo a Rebeca): De quem és filha? Faze-mo saber, peço-te. Há também em casa de teu pai lugar para nós pousarmos? (o servo perguntou aquilo que era mais importante: de que linhagem ela era. Para saber se realmente o sinal que ele recebera correspondia a sua oração, e ao pedido de Abraão)
24- E ela lhe disse: Eu sou a filha de Betuel, filho de Milca, o qual ela (Milca) deu a Naor. (só aqui CUMPRIU-SE O SINAL que o servo havia pedido a Deus, porque além dela ter dado água a ele, e aos seus camelos, ela se identificou como sendo da linhagem de Abraão: filha de Betuel, neta de Naor, que era irmão de Abraão)
25- Disse-lhe mais: Também temos palha e muito pasto, e lugar para passar a noite. (a hospitalidade era mais uma confirmação para ele)
26- Então inclinou-se aquele homem e adorou ao Senhor,
27- E disse: Bendito seja o SENHOR Deus de meu senhor Abraão, que não retirou a sua benevolência e a sua verdade de meu senhor; quanto a mim, o SENHOR me guiou no caminho à casa dos irmãos de meu senhor. (o servo adorou a Deus em gratidão pela clara resposta de Deus)
28- E a donzela correu, e fez saber estas coisas na casa de sua mãe. (Rebeca entendeu rápido que Deus estava naquele negócio, e correu para contar a família)

O que vejo Deus nos ensinar nessa passagem é que devemos usar a inteligência emocional para a área sentimental. Não devemos agir na carne, e nem devemos espiritualizar os nossos desejos (pensar que os nossos desejos são sempre vindos de Deus).
Porque nossos desejos emocionais podem estar sendo dirigidos pela nossa carne, e não por Deus.
Não devemos espiritualizar as vontades da nossa carne, devemos buscar a direção de Deus sobre algo que já sabemos sobre Ele:
Deus não quer que nos casemos com pessoas que não O amam, que não são da mesma “linhagem” que nós somos (linhagem aqui, para os dias de hoje, significa: a mesma fé).
Sendo assim, não devemos basear a nossa vida sentimental em profecias, mas sim em evidências lógicas das coisas que Deus já nos falou, e das coisas que percebemos que provém de Deus.
Nesse texto podemos ver que Deus sempre trabalha com lógica quando se trata de escolha nessa área (sentimental).
E foi por isso que Abraão deixou claro ao seu servo que a mulher para seu filho se casar deveria ser da mesma linhagem que a dele, porque isso é algo lógico (é lógico que uma pessoa da mesma fé provem da vontade de Deus).
E também foi por isso que o servo não se deixou levar pelo que ele via (muitas moças) mas ele buscou uma direção (e um sinal) de Deus, porque ele sabia o que ele estava procurando, racionalmente: uma mulher específica, uma mulher da linhagem de Abraão.
Não era uma procura aleatória, era uma procura específica.
O servo não se deixou levar pelo primeiro sinal (o sinal da água aos seus camelos), ele não se deslumbrou com o primeiro sinal, mas ele só teve certeza que provinha de Deus quando ele confirmou que, além dela ter lhe dado água, além dela ter dado água a seus camelos, ELA ERA DA LINHAGEM DE ABRAÃO, e estava totalmente disposta e aberta a recebê-los em casa.
Só então o servo se prostrou e adorou a Deus por ter certeza que aquilo vinha de Deus.
Ele não creu por apenas 1 sinal, ele creu por uma série de sinais que estavam em concordância total com a vontade de seu senhor Abraão, e com a vontade do Senhor Deus.
Rebeca era a melhor escolha, melhor do que o servo poderia ter imaginado.
E assim é (sempre) a vontade de Deus para essa área (sentimental) na vida de Seus filhos e filhas, se aprendermos a discernir a Sua direção, viveremos a melhor escolha.
Porém, infelizmente, por não terem esse conhecimento da Palavra, muitos filhos e filhas não vivem a vontade de Deus para suas vidas sentimentais, porque não aprendem a discernir quer a vontade de Deus é Boa, Perfeita e Agradável (Rm 12.2), e assim ACEITAM viver uma vontade “meia-boca”, uma vontade “quase” perfeita, se casando com alguém que não é o melhor de Deus para suas vidas, e isso porque acreditaram mais em profecias da boca dos homens (ou profetadas) do que naquilo que a Palavra diz: Deus é BOM! (Salmos 106:1, Salmos 117:21 Crônicas 16:34).

Quando buscamos a direção de Deus e a resposta dEle para a vida sentimental, precisamos primeiro conhecer a vontade dEle, para depois estarmos atentos ao que Ele nos disse.
Deus é Bom, e Sua vontade é SEMPRE boa, agradável e perfeita para nós (Rm 12.2). Deus nunca dirá para escolhermos o PIOR para nós, NUNCA. Ele sempre dirá para escolhermos o melhor, o que fará bem para nós.
Abraão sabia disso, e por isso foi exigente em escolher a melhor opção para seu filho.

Com certeza Deus disse a Abraão que não procurasse mulher de outra linhagem, eu suponho que sim. Mas independente da direção de Deus, Abraão foi inteligente emocionalmente, ele conhecia a vontade de Deus (boa, agradável, perfeita), e por isso orientou seu servo a ser inteligente também.
Abraão tinha sabedoria, e sabia que casamento não é só sexo, mas é convívio, é o dia a dia. E para dar certo, é preciso que existam afinidades entre as pessoas que vão se casar.
Por isso, quando são da mesma “linhagem” é mais provável que existam afinidades do que quando não são.
Então, podemos concluir (nessa leitura) que a vontade de Deus para a vida sentimental dos solteiros e solteiras (filhos e filhas dEle) é:
Que sejamos inteligentes na nossa forma de escolha, inteligentes para discernir que:
SE não é da “linhagem”, não é de Deus. Por que?
Porque Deus é Bom, e tem sempre o melhor para nós.
Lembrando que “o melhor” para nós nem sempre é o que a nossa carne quer, mas muitas vezes, é o que nem conhecemos ainda!
Quem só teve relacionamentos ruins, tem mais dificuldade de fazer uma boa escolha, porque nunca viveu nada bom, agradável (e muito menos perfeito…)
Por isso, peça a Deus que te mostre o que é o melhor para você nessa área sentimental. Tenha relacionamento com Deus, não aceite um relacionamento que não te supra as necessidades emocionais, físicas, etc, não prossiga em um namoro com alguém que não tem afinidades com você, e principalmente, não seja uma pessoa carente manipulada por profecias ou “revelamentos”.
O casamento é uma decisão muito séria em nossas vidas para arriscarmos, ou para colocarmos essa responsabilidade nas mãos de outras pessoas. Sejamos sábios e inteligentes para esperar e escolher.

Que Deus os abençoe,
Pra.Sarah Sheeva
07.03.14

Para ler sobre os “oito sinais bíblicos que Deus sempre dá quando o namoro serve para casar” leia o livro Defraudação Emocional. Adquira o livro aqui nesse link:
http://store.sarahsheeva.com.br/

A APROVAÇÃO DE DEUS, E O AMOR DE DEUS: DOIS ASSUNTOS DIFERENTES.

Óleo e água são coisas diferentes...
Óleo e água são coisas diferentes…

Muitas vezes as pessoas (cristãs) misturam muito os assuntos.
Por exemplo: alguns misturam o assunto “agradar a Deus” (aprovação de Deus), com o assunto “o amor de Deus por nós”. Mas são assuntos diferentes.
Deus nos ama, o amor dEle é imutável… Mas não confunda, Ele é o SENHOR, e nós somos os servos!
Nós servimos, e Ele é servido.
Ele é Dono do Universo! O Dono da vida!
Quem tem que ser agradado é Ele! Quem tem que “gostar” é Ele, e não nós.
Ou seja, o fato dEle nos amar, não muda o fato dEle ser o Senhor (e de nós sermos os SERVOS dEle).
Quem precisa ser agradado? (Nós? Claro que não!) Ele!

Portanto o amor dEle não tem nada a ver com a aprovação dEle sobre nós.
São assuntos diferentes.

Algumas coisas agradam a Deus, dentre essas coisas a fé e a santidade (que são frutos do relacionamento de intimidade com Deus – Hb 11.6, Mt 6.6).
Porém, há outras coisas que O desagradam, como o pecado. Deus odeia o pecado, e se praticarmos o pecado, isso nos afasta de Deus (porque nos contamina com o que Ele detesta). (1João 3.5)

Porém isso (o nosso pecado) não muda o amor dEle por nós.
Deus continua amando as pessoas, elas pecando ou não.
É como diz aquele ditado: “Deus odeia o pecado, mas ama o pecador”.
Portanto O AMOR DE DEUS é imutável, e não pode ser abalado por nós!
Ou seja: Deus não passa a nos amar “mais” porque O agradamos, ou a nos amar “menos” porque o desagradamos.
O amor dEle é imutável, não depende de O agradarmos!
Entenderam isso?
NÃO TEMOS O PODER DE ABALAR O AMOR DE DEUS.
Não há nada que possamos fazer para alterar o amor de Deus pela humanidade.
Não há nada que possamos fazer para Deus nos amar MAIS… ou nos amar MENOS.

Porém, não podemos confundir esse AMOR com a aprovação de Deus. Porque agradá-lO É OUTRO ASSUNTO.
Agradar a Deus traz sobre nós a aprovação dEle, e isso nos possibilita viver cada vez mais perto dEle, pois nos tornamos mais santos, mais parecidos com Ele…
Enquanto que desagradá-lo (desobedecê-lo, pecar) nos afasta cada vez mais dEle. Mesmo Ele continuando a nos amar… mesmo o amor dEle sendo imutável, mesmo assim… Desagradá-lO nos afasta dEle.
Porque?
Porque Ele não compactua com o pecado, Ele é Santo.
(E essas são coisas que fazem parte da tal “complexidade” do mundo espiritual. Jesus é simples, Sua a salvação é simples… mas o mundo espiritual é complexo. Se desobedecermos a ordem dEle de santificação, a complexidade do mundo espiritual vem sobre nós. São as consequências do pecado).

Portanto, busquemos agradá-lO cada vez mais, busquemos a aprovação de Deus, porque o amor dEle nós já temos!
Você tem dúvida disso?
Então leia João 3:16:
“Porque Deus AMOU o mundo de TAL maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

Paz, Sarah Sheeva
11/02/14

Se o pecado foi grande, o arrependimento tem que ser MAIOR!

martelo

Se o pecado foi grande, o arrependimento  e a mudança de atitudes precisam ser maiores.
A mudança de atitude revela o arrependimento.
O arrependimento traz a mudança de atitude.
Se a atitude impura e pecaminosa continuar se repetindo, sendo a mesma na vida de uma pessoa, então é porque não houve arrependimento, não houve mudança real.
“Arrependimento” sem mudança se chama: remorso, e isso é apenas sentimento de CULPA, e não um verdadeiro arrependimento.
Sempre que existe um VERDADEIRO arrependimento, há uma MUDANÇA de atitude.

No antigo testamento podíamos ver que a lei era rígida com os homens, os protocolos precisavam ser cumpridos, todos, se não, seguia-se um juízo terrível. Hoje no tempo da maravilhosa Graça de nosso Senhor Jesus Cristo, muitos relaxaram tanto, que chegaram ao ponto de perder o temor do Senhor que é o princípio da sabedoria.
No tempo da lei (AT) se alguém errasse, tinha que pagar caro pelo seu erro, duramente. E dependendo do erro, do pecado, a punição e sentença era mais (ou era menos) pesada.
Um bom exemplo disso eram as punições para os pecados ligados ao sexo ilícito, ou de qualquer prática sexual impura.
A punição para os pecados sexuais eram quase sempre a MORTE, pois eram considerados pecados gravíssimos.
Mas e se compararmos com os dias de hoje?
Como se faz em nossos dias?
Como a Igreja se comporta com os pecados hoje?
E quando alguém do altar peca?
Como a igreja lida com isso hoje em dia?
Como a Igreja trata os pecados sexuais hoje?

Entendemos que o Sangue do nosso Senhor Jesus não foi derramado em vão, e que muitos, milhões e milhares de pessoas já receberam e  recebem o perdão e a salvação que Ele conquistou com Seu doloroso sacrifício.
Entendemos que foi esse Maravilhoso Sangue que nos purificou de TODOS os pecados que praticamos, e dos quais… nós… NOS ARREPENDEMOS!
Ou seja, recebemos o PERDÃO pelos pecados  DOS QUAIS  nós nos arrependemos!
E não dos que NÃO nos arrependemos, não dos que continuamos a praticar!
Se continuamos a praticar o mal, então é porque nós AINDA não nos arrependemos! E precisamos continuar a BUSCAR o arrependimento por meio da oração, CONFISSÃO, e leitura da Palavra, incessantemente.
Porque?
Porque se não gerarmos arrependimento, a prática do pecado pode virar algo ainda pior: a iniquidade = pecados ligados a convicção mental e a falta de arrependimento.
Isso vai crescendo dentro da pessoa como uma bola de neve, e não tem fim (o fim é a morte espiritual total).
Não é a toa que o próprio diabo foi o primeiro a ser chamado de INÍQUO. (Ezequiel 28.15)

Então, falando em Pecado, Arrependimento e Perdão… Imaginemos que pessoas comuns, desconhecidas, não populares venham a pecar, a caírem na prática de pecados, principalmente de pecados sexuais… o que isso afeta (afetaria) a vida da maioria dos irmãos e das igrejas na nação?? E o que isso afeta a opinião pública sobre os cristãos e a Igreja??
Nada.
Não afeta em quase nada.
Mas se imaginarmos o contrário, pessoas conhecidas, populares e famosas em nosso meio, líderes, ministros de Deus, personalidades do meio “gospel”…
Se pessoas como essas caem em pecados graves, aí a situação complica.
Porque? Porque a Igreja é sim, afetada como um todo, e individualmente.
E porque a Igreja é afetada?
Porque se a pessoa (famosa/famoso) estava no altar do Senhor, então estava exposta ao mundo natural e espiritual.
Por estar ali, se tornou alguém “formador de opinião” para o povo de Deus, alguém influenciador para muitos, e também alguém que carregava a reputação de Deus, e que expunha essa reputação para todos.
Sendo assim, se essa pessoa expôs o nome do Senhor (se tornou famoso/famosa, subiu no altar) e pecou, então essa pessoa manchou a reputação do Rei, expôs o nome do Rei ao ridículo! E provavelmente sujeitou Seu nome Santo à zombaria, incitando a incredulidade e perda da fé no coração de muitos.
Por isso, nesses casos, se faz necessário um arrependimento que chame atenção EQUIVALENTE ao escândalo causado pelo pecado. Algo coerente.
Ou seja, s
e o pecado foi grande, o arrependimento tem que ser ainda maior!
Porque?
Por causa do BOM NOME.
Por que nós (cristãos) carregamos o nome Santo do Senhor conosco.
Nós falamos em nome dEle, fazemos as coisas em nome dEle, vivemos pelo nome dEle!
Não podemos manchar esse nome! Ele é o Rei! Ele é Santo!
Veja o que diz em Provérbios 22.1 sobre o “Bom nome”: 

“Vale mais TER um BOM NOME do que muitas riquezas; e o ser estimado é melhor do que a riqueza e o ouro.”

Veja algumas passagens onde Deus mostra a importância da reputação do Seu Nome:

 “Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” (João 14:14)
“Porém escolhi a Jerusalém para que ali estivesse o meu nome…” (2 Crônicas 6:6)

“Nem jurareis falso pelo meu nome, pois profanarás o nome do teu Deus. Eu sou o Senhor.” (Levítico 19:12)
“Antes puseram as suas abominações na casa que se chama pelo meu nome, para a profanarem.” (Jeremias 32:34)
“Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mateus 18:20

“E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome.” (Atos 9:16)
“E sofreste, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste.” (Apocalipse 2:3)
“Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei…” (Isaías 42:8)

 O nome do Senhor deve ser algo carregado com extremo zelo e temor em nossas vidas e corações.
Se somos líderes, se estamos nos altares, somos “luzeiros” do nome dEle para outras pessoas!
Então imagine a seriedade da situação onde uma pessoa que está no altar, que tem popularidade, que carrega o nome do Senhor dessa forma, cai em pecado, e NÃO APRESENTA UMA HISTÓRIA DE ARREPENDIMENTO VERDADEIRO (e igualmente ou mais escandalosa que seu pecado). Imagine isso diante de Deus…
A pessoa se arrependeu, MAS seu arrependimento não teve TANTA REPERCUSSÃO quanto seu PECADO… Isso é grave!
Porém hoje em dia NÃO TEMOS VISTO os líderes DAS IGREJAS levarem isso a sério. Pelo contrário, temos visto muitos relevarem e fazerem “vista grossa” usando a graça de Deus como “desculpa” para passar a mão na cabeça de verdadeiros escândalos com o nome do nosso Senhor, escândalos que tem levado MUITOS “pequeninos” a pecarem e se desviarem da fé.
Vejamos o que o Senhor Jesus falou sobre cristãos levarem os outros a pecarem:

“Mas se alguém fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar.
“Ai do mundo, por causa das coisas que fazem tropeçar! É inevitável que tais coisas aconteçam, mas ai daquele por meio de quem elas acontecem!
Se a sua mão ou o seu pé o fizerem tropeçar, corte-os e jogue-os fora. É melhor entrar na vida mutilado ou aleijado do que, tendo as duas mãos ou os dois pés, ser lançado no fogo eterno.
E se o seu olho o fizer tropeçar, arranque-o e jogue-o fora. É melhor entrar na vida com um só olho do que, tendo os dois olhos, ser lançado no fogo do inferno”. (Mateus 18:6-9, versão NVI)

O motivo pelo qual hoje em dia muitos não querem se converter, não querem ir a Igreja, é esse: estão cansados de ver pessoas que falam em nome de Deus pecarem, e não receberem “correção justa” diante da IGREJA  e da sociedade.
Um ministro do altar que cai em adultério, por exemplo, deve sair do altar por um tempo não determinado, e deve permanecer fora do altar até que ele produza frutos dignos de arrependimento: ATÉ QUE SEU ARREPENDIMENTO SE TORNE MAIS FAMOSO DO QUE SEU PECADO.
Em alguns casos, como o de assassinos que se arrependeram de seus crimes, esses não devem jamais ir ao altar para ministrar.
Porque?
Porque mesmo que saibamos (e crermos) que houve arrependimento, há pessoas, parentes, conhecidos das vítimas dos crimes cometidos por aquela pessoa (no tempo da sua ignorância) que ainda estão vivos hoje, e que serão profundamente feridos por verem a Igreja colocar num lugar de “honra” (altar) o assassino de um ente querido. Ainda que o crime tenha sido cometido no tempo da ignorância, ainda que tenha havido perdão. Mas uma pessoa dessas não tem mais o BOM NOME. E por isso, e por amor e zelo as famílias lesadas e as pessoas ligadas as vítimas, não devemos jamais por essas pessoas no altar de Deus para ministrar.
Jamais.
Para esses que cometeram crimes desse nível (de assassinato), restam muitas outras obras na seara do Senhor para serem feitas, eles não deixarão de servir. Há obras missionárias, obras de caridade, obras em locais carentes, obras em locais de difícil acesso. Há muitas obras!
Porém, essas pessoas que perderam o BOM NOME não devem ocupar os locais de DESTAQUE na Igreja, não devem ser levados aos meios de comunicação e a mídia JAMAIS, pois não servirão de bom exemplo, por mais que se esforcem. Perderam o bom nome. Nesses locais (de destaque) devem ser colocadas pessoas que carregam um BOM NOME.

Há pecados que fazem a pessoa perder o BOM NOME para sempre. É assim mesmo.
Veja a história da rainha Vasti na Bíblia e você verá. Ela perdeu o BOM NOME e foi excluída do Reino para sempre porque DESONROU o Rei… (Ester 1.1-19)

Quando alguém peca feio, e não se arrepende, ainda que insista em permanecer ministrando nos altares das igrejas, se não se arrependeu, vai colher as consequências do pecado, e mais cedo ou mais tarde, veremos essas consequências surgirem e envergonharem a Igreja do Senhor e Seu Bom Nome.
Cabe a Igreja e a liderança ter o bom senso de poupar o altar do Senhor dos escândalos, disciplinando, selecionando as pessoas. Fazendo do ALTAR de Deus um lugar para “guerreiros preparados” e não um lugar de status e entretenimento! Pois a graça de Deus não anula a lei de semeadura e colheita (Mt 7.2), e também não anula o juízo (Hb 9.27).
Por outro lado, quando alguém peca feio e SE ARREPENDE, acontece mudança total de atitudes na vida daquela pessoa, e isso muda TUDO diante de Deus e da Igreja. Um pecado grave pode ser motivo de muito escândalo, vergonha e tristeza. Mas um arrependimento ESCANDALOSO pode ser motivo desencadeador de muita cura, libertação, transformação e honra para a Igreja! E assim glorificar poderosamente o nome do nosso Senhor!

Falando nisso eu me lembrei do testemunho (recente) do Pastor Benny Hinn, que após sua mulher pedir o divórcio, e a notícia desse divórcio escandalizar quase o mundo inteiro dos “gospels”, ele lutou, e reconquistou sua esposa, restaurando seu casamento. E então casou NOVAMENTE com a MESMA mulher, numa cerimônia gigante e “escandalosa” no auditório do “Holyland” na Flórida!
Isso é o que eu chamo de COBRIR o mal com o bem! De “limpar o nome”!

Deus é Santo. Seu nome é Santo.
Tenhamos TEMOR Igreja, com esse NOME.
Tenhamos TEMOR com Seu ALTAR.
Tenhamos TEMOR de pecar, sim. Mas tenhamos MAIS temor ainda em nos ARREPENDER!
Se o pecado foi grande, o arrependimento TEM QUE SER MAIOR.
O nosso Deus é AMOR, mas Ele também é FOGO CONSUMIDOR!
Deixo com vocês Hebreus 12:

“Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus.
Considerai, pois, aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos.
Ainda não resististes até ao sangue, combatendo contra o pecado.
E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor, E não desmaies quando por ele fores repreendido;
Porque o Senhor corrige o que ama,E açoita a qualquer que recebe por filho.
Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija?
Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.
Além do que, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para vivermos?
Porque aqueles, na verdade, por um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade.
E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.
Portanto, tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados,
E fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja não se desvie inteiramente, antes seja sarado.
Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor;
Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.
E ninguém seja devasso, ou profano, como Esaú, que por uma refeição vendeu o seu direito de primogenitura.
Porque bem sabeis que, querendo ele ainda depois herdar a bênção, foi rejeitado, porque não achou lugar de arrependimento, ainda que com lágrimas o buscou.
Porque não chegastes ao monte palpável, aceso em fogo, e à escuridão, e às trevas, e à tempestade,
E ao sonido da trombeta, e à voz das palavras, a qual os que a ouviram pediram que se lhes não falasse mais;
Porque não podiam suportar o que se lhes mandava: Se até um animal tocar o monte será apedrejado ou passado com um dardo.
E tão terrível era a visão, que Moisés disse: Estou todo assombrado, e tremendo.
Mas chegastes ao monte Sião, e à cidade do Deus vivo, à Jerusalém celestial, e aos muitos milhares de anjos;
À universal assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados;
E a Jesus, o Mediador de uma nova aliança, e ao sangue da aspersão, que fala melhor do que o de Abel.
Vede que não rejeiteis ao que fala; porque, se não escaparam aqueles que rejeitaram o que na terra os advertia, muito menos nós, se nos desviarmos daquele que é dos céus;
A voz do qual moveu então a terra, mas agora anunciou, dizendo: Ainda uma vez comoverei, não só a terra, senão também o céu.
E esta palavra: Ainda uma vez, mostra a mudança das coisas móveis, como coisas feitas, para que as imóveis permaneçam.
Por isso, tendo recebido um reino que não pode ser abalado, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus agradavelmente, com reverência e piedade;
Porque o nosso Deus é um fogo consumidor.” (Hebreus 12:1-29

Paz, Pastora Sarah Sheeva
01/02/14

Reflexão: A Comunicação nos relacionamentos é uma arte…

A Comunicação nos relacionamentos é uma arte mesmo.
Sabemos que na vida cada um faz o que bem quer, isso é um fato.
Mas, a verdade é que: nem tudo que a gente quer (tem vontade) produzirá o resultado desejado por nós.
Por isso é preciso observar as “sementes” que estamos “plantando”, para depois não sairmos por aí reclamando da “colheita” que recebemos.
“Sementes” aqui neste texto são as atitudes em nossa vida, e elas geram consequências. E nos relacionamentos não é diferente.
O que você quer, deseja, tem vontade em um relacionamento: não produz necessariamente o resultado (a “colheita”) que você tanto deseja.
E porque isso?
Porque nem sempre aquilo que estamos “plantando” vai gerar a “colheita” que queremos.
As vezes QUEREMOS algo, mas FAZEMOS OUTRA COISA, e então “colhemos” completamente diferente do desejado!
As vezes não conhecemos nem o resultado de uma “semente” direito, e mesmo assim continuamos “plantando” ela, e para piorar, alguns de nós, por ilusão emocional, passamos a sonhar (fantasiar) que ela (aquela “semente” errada) venha gerar aquele “fruto” tão desejado por nós. Tipo: “Ah, o que PENSAMOS vai acontecer sim! É só acreditarmos!!!”
Mas infelizmente não.
Não é assim que funciona esse princípio.
Não adianta plantar semente de abacaxi e ACREDITAR que vai nascer laranja… porque não vai nascer laranja. Vai nascer abacaxi!
Mas voltando ao assunto (lembre-se que as “sementes” nesse texto significam as nossas atitudes),
cada “semente” gera uma “colheita” ESPECÍFICA, pois foi assim que Deus estabeleceu a nossa dimensão material.
E não há pensamento-humano-algum que possa mudar isso.

Então o que fazer para ter sempre a “colheita” certa???

O que produz o resultado desejável (a “colheita” certa) é a obediência a Deus, a obediência à direção de Deus.
Porque?
Porque Deus sabe exatamente (sem risco de erro) o que você deve fazer (“plantar”) para poder “colher” o melhor resultado, em cada estação (situação) da tua vida.
Deus conhece as boas sementes e as sementes ruins, Ele também conhece o resultado de cada semente, as colheitas e frutos que cada uma irá gerar.
Porém, uma das direções (de Deus) que nós nem percebemos (que desobedecemos) é:

O esforço na comunicação diária.
(isso é uma boa “semente”)

A falta-de-esforço-na-nossa-comunicação (em nossos relacionamentos) é um exemplo de “semente” errada (atitude errada), “semente” essa que muitos “plantam” esperando (em vão) “colher” bons resultados.
Muitas vezes queremos que a pessoa/ou pessoas (com quem nos relacionamos) nos entenda, nos compreenda, nos ajude… porém, nossa PÉSSIMA comunicação (“semente” errada) não nos ajuda a obter o resultado desejado! (não temos a “colheita” desejada)

Nos relacionamentos o esforço é muito importante, não adianta “pensar” se você não souber “TRANSMITIR” a comunicação.
Sei que se esforçar para se COMUNICAR é (muitas vezes) chato, dá trabalho… Ou seja, é preciso PACIÊNCIA da nossa parte.
As vezes nós juramos (achamos, pensamos) que estamos nos esforçando! Acreditamos que estamos transmitindo tão bem a nossa comunicação… mas infelizmente, não estamos.
Se estivéssemos plantado as “sementes” certas, os resultados seriam OUTROS, as colheitas seriam OUTRAS.

Gálatas 6.9:
“E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.”

Traduzindo:
“Não cansemos de semear as boas sementes na vida, porque na hora certa colheremos o resultado delas! Mas isso se nós não tivermos desistido de semear!”

Antes de julgar, antes de se irritar, antes de brigar com alguém que você ama… pare e avalie a tua comunicação, avalie as sementes (as atitudes) que você tem plantado, e perceba que a maioria dos problemas que enfrentamos em nossos relacionamentos acontece por pura falta de esforço na nossa comunicação.
O diabo odeia os relacionamentos saudáveis, ele odeia a família, ele odeia que tenhamos PAZ em nossos relacionamentos.
Por isso, enquanto vivermos nesta dimensão teremos que VIGIAR em nossa comunicação, vigiar para que o inimigo não tenha êxito em usar a nossa própria falta de esforço para destruir nossos preciosos relacionamentos.

Vigie, e peça ajuda ao Espírito Santo:
Ele é o Único que sabe TUDO.
Paz,
Sarah Sheeva

01.11.13

Você vê as pessoas, ou vê Jesus NAS pessoas?

Quando nos convertemos a Cristo, um dos grandes desafios é aprender a ver Jesus NAS pessoas, e não ver AS pessoas…

Digo, sabe aquelas pessoas cheias da presença de Deus, aquelas pessoas que Deus usa muito? Sabe aqueles ministros de louvor que quando cantam nós choramos atééé…

Sabe aqueles pregadores que quando ministram a Palavra nós somos transformados?

Você vê eles, se deslumbra com eles, ou discerne que é JESUS agindo neles?

Eu sei que não é fácil, ver o agir de Jesus NAS pessoas e entender que é Ele agindo ATRAVÉS das pessoas. Entender que, apesar das pessoas serem o canal por onde Deus age na Terra, o mover (de Deus) não vem DAS pessoas, VEM de Deus. Entender isso é muito importante.

Por quê?

Porque se não entendermos que é Jesus Cristo, e que toda honra é dEle (porque é Ele que está agindo através daquela pessoa) se não enxergarmos isso, vamos começar a acreditar que é A PESSOA que “faz acontecer as coisas”, vamos começar a pensar que a pessoa é “especial”, e que é muito “ungida”, e etc… mas não é assim.

Deus não divide a glória dEle com ninguém.

Não há ninguém “bom” realmente (em sua TOTALIDADE), só Deus é Bom de verdade (em Sua TOTALIDADE), só Ele é Justo, Fiel, e Perfeito.

Porém, quando Deus usa uma pessoa, a pessoa PARECE ser perfeita no momento em que está sendo usada, mas é por causa DELE, não dela.

Ele FAZ as pessoas parecerem perfeitas por causa da manifestação de Sua glória PERFEITA (operando NAS pessoas).

Ou seja, quando a PERFEIÇÃO de Deus se MANIFESTA nas pessoas, elas resplandecem essa luz da PERFEIÇÃO de Deus…

Entendem isso?

Porém, SE o (agir do) Espírito de Deus se apartar, se entristecer, se esfriar daquela pessoa, todo o lado “especial” que ela/ele parece ter, DESAPARECE…

Aí vem as “decepções” que muitos irmãos relatam, irmãos que apesar de serem convertidos a Deus, ainda não entenderam que as pessoas são falhas mesmo, que as pessoas tem milhões de defeitos. Que mesmo sendo canal de Deus na Terra, uma pessoa continua tendo muitos defeitos, mas Deus não é assim, Deus é perfeito, e isso confunde as pessoas.

Porque confunde?

Por causa da tendência à idolatria que a natureza humana possui.

Muitos não entendem que Deus usa sim pessoas até mesmo que estão em pecado, pois a glória (do poder) é DELE e não do homem.

Ele usa, não é porque a pessoa é “boa”, Ele usa porque Ele é Bom! A glória é dEle (saiba mais sobre isso lendo o post: “Ser usado não significa ser aprovado” https://sarahsheeva.wordpress.com/2010/04/16/ser-usado-por-deus-no-significa-ser-a-aprovado-por-deus/ ).

Muitos se decepcionam ao conviver com um líder, ministro de Deus, e ver que ele não era perfeito, que ele tinha muitos defeitos, etc… e se essa decepção aconteceu com você, então ouça: FOI VOCÊ que fantasiou (criou uma fantasia, ilusão) sobre a pessoa que “te decepcionou”.

Não foi a pessoa que “te enganou”, foi você que acreditou que aquela pessoa era perfeita. Foi você que achou que aquela pessoa era “diferente” das outras… mas a VERDADE é que só Jesus Cristo é PERFEITO. Ninguém mais.

A pessoa pode ser o melhor líder da face da Terra, o ministro “mais cheio de Deus” e etc, que (você pode acreditar) terá MILHÕES de DEFEITOS, assim como EU e VOCÊ temos também.

E a realidade da natureza humana é que: não há ninguém nessa Terra que consiga viver 24 horas na presença de Deus sem sair, sem se “desconectar” dEle em algum momento.

O único que conseguiu viver isso foi o próprio Senhor Jesus quando veio a Terra, pois Ele não tinha a natureza do pecado em Si, Ele nasceu e viveu sem conhecer o pecado.

E esse sonho (nunca se “desconectar” de Deus) é o sonho de todo Cristão, mas sabemos que SÓ NA GLÓRIA viveremos isso na totalidade.

Porque?

Porque aqui nesta Terra o DIA A DIA nos distrai o tempo todo.

Aqui nesta Terra é assim: sem percebermos, a nossa carne (lado humano) começa a opinar e guiar a muitas coisas, e isso pode acontecer com qualquer pessoa NORMAL durante um dia normal… é por isso que temos que “lutar” para PERMANECERMOS firmes na presença dEle o tempo todo, por causa da nossa natureza carnal, pois a carne milita (luta) contra o espírito o tempo todo mesmo.

Sendo assim, ninguém é “melhor” do que ninguém, e algumas pessoas NÃO SÃO “mais especiais” que outras não, mas Jesus É MAIS especial que TODOS sim!

E a presença dEle EM NÓS é como um sal (sal na comida sem gosto), ela nos “salga”, e nos torna especiais! Cada um em sua individualidade, em sua diferença, que quando se junta com a multiforme e sabedoria do Espírito de Deus, fica tão especial!

E aí então nós somos SAL, e podemos “salgar” a Terra por causa DELE em nós!

Como cristãos, vamos aprender a dizer uns para os outros:

“Jesus (AGINDO) EM você é tão lindo!”

“Deus TE USOU muito para me abençoar!”

“A presença DELE em você foi muito grande!”

“JESUS EM VOCÊ é tão Maravilhoso!”

“Olha, Jesus em você é especial demais!”

É reconhecer isso que dá verdadeiro significado aquela expressão que tanto usamos: “Toda honra e toda glória sejam dadas ao Senhor!”

Amém?

Sem ELE: não somos.

Sem ELE somos NADA.

TODA honra e TODA glória PERTENCEM a Ele!

Paz,

Sarah Sheeva

13.07.13

Existe “o certo e o errado” ou é uma questão de ponto de vista?

O certo e o errado

Será que existe “o certo e o errado”, ou será que é uma questão de ponto de vista?

Para o mundo “o certo e o errado” é uma questão de ponto de vista.

Mas pra quem crê na Palavra de Deus não.

Para quem crê, existe o que é CERTO, e existe o que é ERRADO. Existe aquilo que é certo, e existe aquilo que é errado.

Quem dita as regras?

Quem dita as regras da vida?

A resposta é:

Quem tem o Poder de dar (e de conservar) a vida = Deus!

E como nós que cremos reconhecemos a Bíblia como fonte da verdade teológica, para nós então a Bíblia é um guia (e uma palavra definitiva) sobre as coisas que são CERTAS, e sobre as coisas que são ERRADAS.

Observe que, além de mandamentos e doutrinas, a Bíblia também contém histórias, que, nem sempre incluem MANDAMENTOS, ensinamentos doutrinários, ordens de Deus, estatutos, etc.

Mas além dessas histórias, a Bíblia contém outras que incluem mandamentos. Existem livros específicos sobre estatutos, e existem os estatutos temporais, e os estatutos PERPÉTUOS, ou seja, perpétuos são aqueles que nunca expiram (pelo menos enquanto vivermos aqui nesta dimensão).

Um exemplo sobre “estatuto temporal” = A proibição de comer carne de porco. (Deuteronômio 14.8 – Atos 11. 4 a 15).

Um exemplo de “estatuto perpétuo” = “Não adulterarás…”

(Êxodo 20.14 – Mateus 5.27)

Mas continuando a falar sobre “certo e errado”, para o mundo (e para os DESobedientes), o “certo” é aquilo que simplesmente “dá prazer”, aquilo que produz “sensações” de prazer, ainda que rapidamente e momentaneamente. Ou seja, para o mundo, o “certo” é auto satisfazer-se, e ponto final.

Mas nós (que cremos na Bíblia) sabemos que isso é mentira. Porque?

Porque nem tudo que nos dá prazer nos faz bem. As vezes aprendemos a ter prazer em algo MALIGNO e destrutivo. Porque?

Porque os prazeres são “aprendidos” e desenvolvidos em nossa alma, desde a infância.

Por isso, podemos ter aprendido a sentir prazer em algo muito ruim para nós, podemos ter uma determinada vontade HOJE, que aprendemos e desenvolvemos HÁ MUITO TEMPO ATRÁS, quando nem tínhamos consciência das coisas espirituais.

As vezes, prazeres completamente malignos podem ser desenvolvidos no período da adolescência, onde estamos descobrindo as sensações e emoções, onde o desconhecido (e o “proibido”) causam grande curiosidade (mas isso não significa que na fase adulta estejamos imunes a desenvolvermos prazeres por coisas ruins).

Por exemplo: um adolescente experimentou cigarro, achou o gosto ruim, mas mesmo achando ruim, insistiu em aprender a fumar. A partir daquele momento aquele jovem desenvolve, aprende a sentir prazer em inalar (pela boca) uma fumaça podre (que fede). Ele aprendeu a sentir prazer, desenvolveu prazer por algo que, além de feder e ter gosto de cinzeiro (algo horroroso), é algo que, cientificamente provado, faz mal a saúde e que pode matar.

Ou seja, o ser humano PODE SIM desenvolver/aprender a sentir prazer em algo terrivelmente destrutivo e maligno.

Por isso, NEM TUDO O QUE NOS DÁ PRAZER NOS FAZ BEM.

As vezes aprendemos a querer o PIOR para nós, e não o MELHOR.

Voltando ao CERTO e ERRADO, o CERTO é o melhor, é aquilo que te faz bem, que melhora a tua vida, que não produz malefício, que não prejudica a saúde, que está alinhado com a vontade de Deus (descrita em Sua Palavra), ou seja, aquilo que não te prejudica em nenhuma área: física, emocional e espiritual. E que te faz bem, que produz benefícios nessas áreas.

Observe que nem sempre o que produz benefícios nos dá prazer na hora, mas muitas vezes, na hora é até desagradável para a nossa carne e pra nossa alma, porém, depois trás paz ao nosso espírito, juntamente com bons frutos.

Já o ERRADO é aquilo que nos faz mal, é o PIOR, aquilo que nos prejudica em alguma área: física, emocional, espiritual.

Porém como já te falei, não confunda PRAZER com BENEFÍCIO, porque dependendo da situação, a nossa percepção de prazer pode estar errada e distorcida, ou seja, não confie no prazer, pois NEM TUDO O QUE NOS DÁ PRAZER, NOS FAZ BEM.

O ERRADO é aquilo que nos faz MAL. É aquilo que nos PREJUDICA de alguma forma. Por isso não podemos confiar em nossas SENSAÇÕES porque elas podem nos enganar.

Escrevendo sobre isso, veio a minha memória uma historia bem triste, um acidente terrível que ocorreu aqui no Brasil, em Goiânia, no ano de 1987. Foi um acidente com lixo atômico, eu tinha 14 anos na época, e lembro bem da repercussão, não se falava em outra coisa nos noticiários. O acidente foi assim: dois homens entraram num local abandonado (que era um antigo hospital), ali nos escombros eles encontraram uma capsula com material radioativo (Césio-137), e sem saber do perigo, venderam aquela capsula para outro homem que levou a capsula pra casa. Ao abrir a capsula, o homem encontrou um pó brilhante de cor azulada que parecia ser algo “sobrenatural”, pois além de fascinante, ele brilhava no escuro.

Maravilhado com a beleza daquele pó brilhante, o homem chamou alguns parentes que também ficaram impressionados, e alguns na empolgação, chegaram a espalhar o pó pelo corpo! Mas sem terem ideia do que estavam fazendo, sem saberem que aquele pó “tão lindo” era altamente mortal para eles.

A história impressionava não apenas pela gravidade, pelas vítimas fatais, e pela grande quantidade de pessoas contaminadas, mas principalmente por causa da inocência das vítimas fatais, que “na maior boa intenção”, causaram a morte de pessoas que amavam, e a própria morte.

Esse acidente me veio a memória como um exemplo perfeito de algo que PARECE ser CERTO, que parece ser bom… mas que na verdade é algo muito ruim e MUITO ERRADO.

(Quem quiser saber mais detalhes sobre como foi a historia desse terrível acidente, veja nesse link: www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&ved=0CCkQFjAA&url=http://www.alunosonline.com.br/quimica/acidente-com-cesio137.html&ei=jp82UJ_kLqna6gGxxYDADw&usg=AFQjCNEYxhyr9ng0jPW2lxZs_Vjpx2wXNA)

Entenda, o certo e o errado existem. E quem definiu isso? Foi Aquele que criou todas as coisas. Cabe a nós enxergarmos isso, reconhecermos isso, buscarmos conhecer cada vez mais a verdade, para discernirmos o que é mentira.

Deus é tão justo e tão bom que não leva em conta o tempo da nossa ignorância. Mas não devemos nos acomodar na ignorância, devemos buscar cada vez mais o conhecimento sobre o que é certo e o que é errado.

Sempre digo pras pessoas que Jesus é SIMPLES, mas que o mundo espiritual é COMPLEXO. Por isso, não se deixe enganar pela aparência das coisas deste mundo. A Bíblia diz que o mundo (sistema) jaz no maligno, que o diabo é o regente deste mundo (sistema). Dessa forma, o sistema é responsável (sob a influencia de seu regente, o diabo) por nos sugerir vontades, nos sugerir comportamentos, nos sugerir um estilo de vida, nos sugerir uma conduta e uma vida de “porta larga”.

Mas não se deixe enganar, a porta CERTA é estreita, e o caminho CERTO é apertado, ele é desafiador mesmo. Jesus Cristo nunca disse que viver seria fácil. Mas Ele mandou que tivéssemos bom ânimo, porque Ele venceu o mundo (sistema). Ele nos mostrou que mundo é passageiro, mas que a eternidade nos aguarda.

Por isso, no dia a dia, não devemos nos deixar enganar pelas sensações, pelas percepções da alma, devemos buscar a direção do Espírito Santo e da Palavra de Deus.

Busque a direção dEle, peça a Ele que te mostre se você não está fazendo algo muito ERRADO que PAREÇA algo CERTO.

Talvez, lendo esse texto você tenha enxergado que fez algo errado, algo que na hora, te pareceu ser algo CERTO e até muito bom pra você. Mas agora as escamas que te cegavam, caíram dos teus olhos. Se isso te aconteceu, saiba que Deus SABE que você era ignorante, que você não sabia que estava fazendo a coisa errada, por isso, se você reconhecer, confessar a Ele, e pedir perdão, Ele te perdoa na hora.

Deus ama você.

Assim como a historia desse acidente que eu citei, a tua historia pode ter vários relatos horríveis… Mas se você ainda está lendo esse texto, é porque você ainda está vivo(a)… Por isso AINDA EXISTE JEITO de mudar o final da tua história.

Decida obedecer a Deus. Busque o conhecimento de Deus.

Busque o Reino dEle, e aí TODAS as outras coisas te serão acrescentadas (Mateus 6.33).

Paz,

Pra.Sarah Sheeva

23.08.2012

A Comunicação é uma Arte

Trecho do Livro: “Onde Foi Que Eu Errei?” (Capítulo 15:)

A falta de Comunicação
“Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.”
(Marcos 4:23)

A comunicação é uma arte.
A arte de se fazer entender
A arte da transmissão.
A arte de transmitir entendimento, de transmitir um pensamento, de transmitir um raciocínio.
A arte de formar (preparar) mentes, A arte de ensinar.
Segundo o dicionário: Acto, efeito ou meio de comunicar; participação; aviso; informação; convivência; trato; lugar de passagem de um ponto para outro; comunhão (de bens); atribuição mútua das propriedades da natureza divina à natureza humana de Cristo.
Pessoas de boa comunicação são aquelas capazes de retransmitir a mensagem que receberam de uma forma ainda mais clara.
As pessoas que aprendem a se comunicar bem, levam a mensagem aos confins da terra. Não há limites para elas.

A Torre de Babel
(Gênesis 11: 1-9)

“Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar. Sucedeu que, partindo eles do Oriente, deram com uma planície na terra de Sinar; e habitaram ali. E disseram uns aos outros: Vinde, façamos tijolos e queimemo-los bem. Os tijolos serviram-lhes de pedra, e o betume, de argamassa. Disseram: Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra. Então, desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre, que os filhos dos homens edificavam; e o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm a mesma linguagem. Isto é apenas o começo; agora não haverá restrição para tudo que intentam fazer. Vinde, desçamos e confundamos ali a sua linguagem, para que um não entenda a linguagem de outro. Destarte (portanto), o SENHOR os dispersou dali pela superfície da terra; e cessaram de edificar a cidade. Chamou-se-lhe, por isso, o nome de Babel, porque ali confundiu o SENHOR a linguagem de toda a terra e dali o SENHOR os dispersou por toda a superfície dela.”

Tudo começou na Torre de Babel…
O entendimento do que a boa comunicação é capaz de fazer. Lá não havia limites para o homem por causa da boa e perfeita comunicação. Mas o homem se envaideceu, e quis exaltar o seu próprio nome, por isso Deus permitiu que a (naturalmente) perfeita comunicação (que existia entre as pessoas) fosse destruída. A partir dali a comunicação se tornou difícil. Passou a ser um desafio para o ser humano.
O diabo investiu desde o início contra a nossa comunicação. Ele sempre investiu em destruir a nossa comunicação com Deus, com nós mesmos, e uns com os outros. Ele sempre trabalhou para confundir… Ele entrou “no meio”. Um dos significados da palavra diabo é “aquele que entra no meio”. Ele inventou as meias-verdades…(Gn 3:4-5). É o pai da mentira… (João 8:44)
O diabo tenta o tempo todo interferir na nossa comunicação. Ele sabe que se nós nos comunicarmos bem, se não houver interferências, nós iremos cumprir exatamente o que Deus quer que façamos. Por isso ele tenta o tempo todo destruir a nossa boa comunicação, principalmente a comunicação nos relacionamentos pessoais, sentimentais, familiares.

A comunicação é uma grande arte… é um grande desafio nas nossas vidas… precisamos aprender a nos comunicar uns com os outros… Mas antes, precisamos aprender a nos comunicar (em primeiro lugar) com Deus (porque sem essa comunicação nossa vida fica vazia, sem direção e sem propósito).    E depois, precisamos aprender a nos comunicar com nós mesmos.
Tem gente que não se comunica bem nem consigo mesmo… Não sabe nem o que quer, nem o que realmente precisa… Não se entende… Não entende nem o que se passa na própria cabeça. Não entende seus próprios pensamentos.
A cabeça dele(a) é confusa… ou seja, emocionalmente não há boa comunicação nem consigo mesmo…
Nós precisamos conversar com nós mesmos.
Não estou falando de ficar tagarelando sozinho(a), não é isso.
Estou falando de “gerenciar” nossos pensamentos, e conseqüentemente, nossas emoções.
Isso porque a nossa alma é terrivelmente influenciável pelo mundo exterior, e pelas coisas superficiais da vida.
A todo tempo temos que vigiar, e dizer a ela (alma) o que é certo, e o que é errado, dar a “voz de comando”, para que ela obedeça ao Espírito, para que ela não governe a nossa vida, para que a nossa vida não seja governada (dirigira) pelas emoções, mas que seja governada pela vontade de Deus pra nós.
Quando uma pessoa está ferida, “enferma” na alma, parece que a comunicação dentro dela mesma é cortada. Ela fica cabeça-dura, vingativa… ignorante… parece que perde a inteligência.
As feridas “emburrecem” as pessoas…
Enquanto não perdoamos, ficamos burros mesmo. É impressionante. Agora eu entendo ainda mais o versículo que diz:

“…Porque a boca fala do que está cheio o coração.”
(Mateus 12:34 b)

Uma pessoa curada na alma está com o coração cheio de cura, de perdão. Essa pessoa fala coisas boas, porque seu coração está cheio de coisas boas. A palavra “coração” na Bíblia, geralmente se refere à alma (as nossas vontades, desejos, à nossa mente) por isso que se diz:
“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto; quem o conhecerá?”
(Jeremias 17:9, Revista e Atualizada)
Ou seja, enganosa é a nossa alma, as nossas vontades, os nossos pensamentos (são os pensamentos que geram as vontades). Eles são enganosos, traiçoeiros. Muitas vezes eles nos traem… ou seja, a nossa comunicação com nós mesmos já é, por si só, um desafio enorme.
Às vezes não conseguimos entender porque temos um determinado desejo, principalmente se o desejo for ruim. Às vezes tratamos as pessoas mal, mas não sabemos o porque. Agimos impulsivamente, ou de uma forma agressiva com quem mais amamos… e só depois percebemos o que fizemos. Isso é um exemplo da dificuldade de comunicação que temos com nós mesmos. Não sabemos os “porquês” das nossas ações e atitudes, e muitas pessoas simplesmente vivem assim, se acomodam nessa condição “ignorante” sobre si mesmo. Não podemos aceitar isso. Precisamos saber os motivos das nossas atitudes. Precisamos discernir as nossas motivações. Precisamos nos conhecer, nos enxergar…
Primeiro precisamos ter uma boa comunicação “interna”, para depois conseguirmos nos comunicar com o mundo exterior. Se você não se entende, não vai se comunicar bem com ninguém. Se você não perdoa, também não vai conseguir se comunicar bem. Isso porque dentro de você está tudo confuso. Feridas, mágoas, e falta de perdão, deixam qualquer pessoa confusa, ainda que ela não tenha consciência disso, mas a comunicação com as pessoas mais próximas dela (onde o relacionamento exige intimidade e amor) fica comprometida, porque “a boca fala o que o coração está cheio”.
O ataque do diabo que recebemos na nossa comunicação, é de acordo com quem nós somos em Deus, quem nós somos no mundo espiritual. Esse ataque nunca cessa. Quanto maior a sua “estatura” no mundo espiritual, maior o ataque na área da comunicação na sua vida. Não estou falando de estatura natural, física, de tamanho de ministério, de fama, ou de alcance de público, mas estou falando de uma pessoa que não se mistura com o que é errado. Estou falando de “um sacerdote” que “só come do altar”, e que não se alimenta do mundo. Estou falando de uma pessoa de caráter exemplar, que expressa o caráter de Cristo. Uma pessoa verdadeiramente grande no mundo espiritual. Gosto da definição que o Pr. José Rodrigues dá em seu livro (“A Ação da Cruz”, Editora Missão Cristã Mundial) sobre uma vida verdadeiramente grande. Ele diz:
“… Em primeiro lugar devemos ressaltar um fato simples: Não temos o poder de impressionar a Deus. Um homem pode fazer muitas coisas. Mas de certo ponto de vista, isso não terá muito valor diante de Deus. Nada do que construímos aqui poderá impressioná-lo; nenhuma de nossas invenções O deixaria surpreso, pois para Ele nada é novo. Tudo que produzimos em mais de seis mil anos de serviço, não passa de um medíocre punhado de farelo perante a magnitude de tudo que Ele construiu no céu. Tentar impressionar Deus com essas coisas seria como uma criança que, com um barquinho de papel, tenta ensinar a arte de construção náutica a um experiente engenheiro naval. O caráter portanto, (e não as nossas obras) é o ponto de partida para a avaliação de Deus. O que você é, sempre falará mais alto do que aquilo que você faz…”.

É isso que mostra quem você é no mundo espiritual. É isso que define a sua estatura, quem você realmente é por trás das máscaras da vida. Quanto maior você for, mais peso terão as suas palavras, pois quem tem o caráter de Cristo, tem autoridade para “ligar e desligar” tudo no mundo espiritual.
Ser alguém “verdadeiramente grande” no mundo espiritual, faz com que você seja uma pessoa “visada” pelos demônios, alguém que eles detestam, porque você tem o “poder” de impedir o agir deles (você tem o poder de Deus agindo através de você). Porém, apesar disso tornar você uma pessoa “visada” pelas trevas, se houver santidade na sua vida, os demônios nada podem fazer contra ti. Nada. A santidade te protege.
Por isso, todas as forças das trevas agem tentando atrapalhar a nossa comunicação. Já que eles não podem nos tocar, eles querem impedir que nos comuniquemos bem, para que dessa forma, não haja unidade entre nós. Para que dessa forma, a mensagem não seja transmitida com clareza, e assim eles possam minar a nossa santificação, através da ignorância (e da falta de conhecimento) gerada pela má comunicação.
Precisamos nos esforçar na comunicação.
Lutar para que a mensagem seja transmitida de forma clara, transparente, sem interferências.
Dentro de casa, nos relacionamentos pessoais, é que enfrentamos o maior desafio da comunicação.
Pode ocorrer, por exemplo, uma discussão com o cônjuge por pura falta de comunicação… a situação vira um stress por causa disso.
Com nossos filhos não é diferente. O diabo faz de tudo para mudar a compreensão das palavras.
Falamos “eu te amo”, mas os filhos estão ouvindo “eu te odeio”.
Não é o que falamos, mas é o que eles estão entendendo daquilo que falamos.
Isso é a arte da comunicação: Conseguir fazer com que a outra pessoa entenda exatamente o que falamos.
Geralmente as brigas e discussões começam assim, porque as pessoas literalmente não se entendem.
Às vezes as pessoas estão falando a mesma coisa… mas com palavras diferentes (por isso não se entendem).
O diabo investe justamente aí, na nossa comunicação. Quando você disser pro seu filho(a) “eu te amo”, se certifique de que ele(a) entendeu que você o(a) ama.
Uma situação muito comum de falta de comunicação entre pais e filhos é quando um filho (por volta dos 14 anos) pede, pela primeira vez, para viajar com os amigos. Os pais ficam temerosos em deixa-lo ir, e dizem não. O “não” deles representa o cuidado deles, o zelo, o amor deles pelo filho… Quando eles dizem “não” estão dizendo em seus corações: “nós te amamos tanto que não queremos que você se exponha a situações perigosas”. Porém o filho não entende dessa forma. O que o filho entende é: “Nós não nos importamos com você”. Ou então: “O que você quer fazer não é importante pra nós”. Dessa forma nenhum dos dois se entende, nem os pais, nem os filhos. É como se eles falassem dois idiomas completamente diferentes, um fala português, o outro fala “grego”… Esse é um dos maiores problemas na criação dos filhos (falarem “línguas diferentes”) porque os pais não percebem essa dificuldade de comunicação, essa realidade dos “idiomas” diferentes que ambos estão falando.
Os filhos ainda não sabem o nosso “idioma”, eles ainda não são pais. Eles ainda não têm essa experiência. Eles falam o “idioma” deles, adquirido através das experiências deles, da juventude, da descoberta… da geração deles. Nossos filhos (na adolescência) falam a língua “da inconstância, da insegurança, dos hormônios, da auto-afirmação”. É uma fase difícil, que faz parte da vida. Nós (pais) somos mais maduros que eles, mais experientes. Nós temos mais vivência, mais condições de compreende-los, afinal também já fomos criança, também já fomos adolescentes um dia. Mas eles não, eles nunca foram pais. Nós geramos a expectativa de que nossos filhos nos compreendam, queremos que eles entendam o nosso “idioma”, entendam as nossas lutas, as nossas dificuldades, os nossos problemas… quando eles ainda nem falam “a nossa língua” direito… Nem conhecem a nossa realidade. Cabe a nós (pais), que somos mais maduros, que estamos à frente deles, termos a sabedoria para compreende-los, e para ensina-los a falar “a nossa língua”, a língua da responsabilidade, do temor do Senhor, da cruz de cada dia, da santidade, da honestidade… a língua da preocupação com o futuro, que infelizmente, a maioria de nós temos. Porém, para que eles consigam aprender “a nossa língua”, nós primeiro precisamos aprender “a língua deles”. Precisamos entender o que eles passam, o que eles pensam, os dilemas e lutas deles, principalmente na fase da adolescência, fase que nós (pais adultos) já superamos um dia.

Ainda que pra nós, aos nossos olhos, os problemas deles pareçam pequenos, para eles são grandes problemas, e são complicados de se resolver. Precisamos entender o ponto de vista deles. Há uma verdade acerca da vida, que a maioria de nós (pais) já sabe (porém muitos filhos ainda não sabem), a verdade é que: A vida não é fácil… A vida não é um “conto de fadas” como naqueles filmes infantis… A realidade é bem diferente. Quando vamos criar nossos filhos temos que lembrar de algo importante: crescer dói. Ser adulto dói. Ser “gente” dói. Simplesmente dói… Isso nos ajuda a compreende-los. Nos ajuda a entender a crise (e a inconstância) dos adolescentes.
Temos que lembrar que na infância somos poupados de uma série de informações sobre a realidade da vida. Ninguém põe os filhos pequenos para assistir um documentário sobre guerra… ou sobre assassinato. Ninguém é louco de ensinar sobre aborto a uma criança de 5 anos (ela ficaria traumatizada pelo resto de sua vida).
Há coisas que não fazem parte do universo das crianças, mas fazem parte da realidade da vida, e um dia, quando nossos filhos estiverem crescidos (quando chegar na adolescência), eles aprenderão todas essas coisas. E terão que lidar com elas… terão que conseguir ser felizes, mesmo sabendo do outro lado da vida, da realidade e da maldade que está solta neste mundo.
É por isso que os adolescentes entram em crise existencial… porque eles estão descobrindo a realidade da vida, e ao mesmo tempo, não querem descobrir… a cabeça deles ainda vive no “mundo da fantasia” na maior parte do tempo, porém eles não querem mais ser crianças.
Por isso, ao mesmo tempo em que eles querem “curtir a vida” que querem ser independentes dos pais, eles lutam internamente para não enxergarem o lado doloroso que a vida tem… Eles começam a descobrir as vantagens de ser adultos, o lado bom de ser “gente grande”, porem não querem abrir mão das regalias da infância… querem continuar “sendo poupados” do lado ruim da vida. Eles querem ter a liberdade total, mas não querem ter a responsabilidade (lógico que isso, na maioria das vezes, é uma atitude inconsciente).
É por isso que crescer dói.
Que ser “gente” dói…
Porque lidar diariamente com a “vida real” não é fácil.
A vida não é feita só de bons momentos… Temos que nos esforçar para muitas coisas… Temos que ter disciplina… A nossa alma tenta o tempo todo nos governar… A nossa carne milita contra o espírito… E como se não bastasse, ainda existe o diabo pra nos atrapalhar. Realmente é um desafio ser “gente”.
Temos que “ensinar” isso aos nossos filhos. Temos que ensina-los com amor e sabedoria qual é a realidade da vida… a realidade do mundo espiritual. A realidade da natureza caída do ser humano.
Temos que ensina-los quem é Deus, quem é Jesus Cristo…
Que existe um Salvador pra todos aqueles que querem ser salvos… temos que ensiná-los a buscar a Deus diariamente, a desenvolver um relacionamento espiritual com Deus.
Porque se eles não aprenderem a buscar a Deus (desde pequenos), serão infelizes.
Queremos, podemos (e devemos) ser felizes (é da vontade de Deus que sejamos felizes) mas não podemos anular as dificuldades que surgirão pelo caminho, elas fazem parte da vida. Jesus nos advertiu… Ele nos avisou que teríamos lutas; mas Ele também disse que Ele havia vencido todas as dificuldades (Jo 16:33).
Por isso se estivermos “em Cristo”, podemos tomar posse das vitórias que Ele conquistou pra nós.
Cabe a nós ensinar isso aos nossos filhos. Cabe a nós ensina-los o nosso “idioma”, o “idioma da vida”…
Mas nós só conseguiremos ensinar um idioma a uma pessoa, se primeiro conhecermos o idioma dela.
Quem não fala inglês, não consegue ensinar inglês pra outra pessoa. Só quem fala é que consegue ensinar.
Por isso, como ensinaremos o nosso “idioma” aos nossos filhos, se não falarmos o “idioma” deles primeiro? Como seu filho vai entender o que você está falando, se você não conhece “a língua” que ele fala? O “mundo interior” que ele(a) vive?
“Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a minha palavra.” (João 8.43).

Na maioria das vezes não há nenhum esforço em aprender. E isso é transmitido no relacionamento.
Os filhos percebem que os pais não os entendem (e não fazem força pra entender). Essa é uma grande brecha pro diabo agir, é o que ele quer… que nossa comunicação com nossos filhos seja interrompida.
Precisamos lutar pela boa comunicação. Nos esforçar por ela. Precisamos entrar no mundo dos nossos filhos, conhecer o mundo deles, como eles pensam… o que é importante pra eles. O que os entristece… o que os alegra… mas principalmente, como eles nos vêem… qual é a imagem que eles têm de nós (pais). Será que conseguimos passar pra eles o quanto nós os amamos? Será que eles estão vendo isso? Entendendo isso?
Ou será que estão entendendo tudo errado?
A comunicação é uma arte mesmo. E exige esforço. Quem ama se esforça.
“Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira. Não deis lugar ao diabo.” (Efésios 4:26, 27)

Em outras palavras:  “Não deixe que o sol se ponha sobre a vossa ira…”
“Não deixe uma situação ruim, mal-resolvida até o dia seguinte”.
Não dê essa abertura para o inimigo!
Se comunique!
(Livro: “Onde Foi Que Eu Errei?” Autora: Sarah Sheeva)
Sarah Sheeva
07.05.2010

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Para Adquirir o Livro “Onde foi que eu errei?” acesse a loja virtual do ministério:
http://sarahsheeva.com/Store/

 

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará…

 

 O Conhecimento da Verdade

 

Sábado passado (02/01/10) depois do culto, eu estava conversando com o Pr. Sergio Poral, meu discipulador e marido da minha discipuladora (Prª Cynthia Poral).

Só pra “variar”, falávamos das coisas de Deus… (rsrs)

Foi quando de repente, no meio da conversa ele falou uma frase fantástica:

 

“O que traz libertação é o conhecimento da verdade”

 

Fiquei maravilhada…

Por mais que eu já tivesse lido este versículo muitas vezes, eu ainda não tinha percebido que, não é apenas a verdade que liberta, mas é o conhecimento dela que nos liberta.

 

A verdade é Jesus e Sua Palavra:

João 14.6:

“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.”

 

Em primeiro lugar, na prática, conhecer a verdade significa conhecer a pessoa de Jesus.

Em segundo lugar, significa saber de coisas (verdades) acerca da vida e da morte, de Deus e das trevas, de Jesus e de nós, da Palavra de Deus…

Significa saber de coisas que antes você não sabia.

É esse “saber” que abre a porta para que a Verdade te liberte, porque quando esse “saber” entra em você, quando esse “conhecimento” entra dentro de você, (com o uso do seu livre-arbítrio) finalmente você pode fazer sua escolha consciente do que está escolhendo, sem ser enganado pela mentira do diabo (e do seu sistema chamado: mundo).

 

Esta é a vontade de Deus para nós: que façamos as nossas escolhas sem a influência do diabo e do mundo, que possamos escolher por nós mesmos, sem interferências.

É por isso que Jesus falou do “conhecimento da verdade”… foi para nos libertar e para que escolhamos ele (o conhecimento… e não a ignorância ou a mentira).

E quando escolhermos conhecer a verdade, ela nos libertará.

O que é “ser liberto” pela verdade?

É quando a mentira já não te domina mais.

É quando a mentira não rege mais seus pensamentos e suas ações.

Mas para entendermos isso melhor, primeiro precisamos entender quem é a mentira.

 

A mentira

 

A mentira tem muitas faces:

Ela é humanista.

Ela também é incrédula, cética, ateísta… e ao mesmo tempo, a mentira diz que todos os caminhos levam o homem a Deus e a verdade. Mas isso é mentira (aliás, dizer isso é a cara dela).

A mentira não é burra, mas ela nos faz ficar “burros” e ignorantes…

Ela é inteligente o suficiente para se disfarçar de uma “verdade”.

Ela finge muito bem… se disfarça… mente.

É por isso que o nome dela é: mentira.

De onde ela veio? Onde será que ela nasceu?

Quem será o pai dela? Ela é filha de quem?

Quem foi que a criou, que “a viu crescer”, para que ela fizesse tudo isso?

A resposta está na Palavra de Deus.

 

Jesus disse aos fariseus (João 8.42-44):

“Replicou-lhes Jesus: Se Deus fosse, de fato, vosso pai, certamente, me havíeis de amar; porque eu vim de Deus e aqui estou; pois não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a minha palavra.

Vós (fariseus) sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele (diabo) não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira”

 

Pois é, a mentira é “filha” do diabo… nasceu e veio dele.

Ser liberto pela Verdade é sair do domínio da mentira.

É sair do domínio da ignorância espiritual.

  

Verdadeiramente livre

 

Mas quem precisa de libertação? Libertação é para quem?

Ela é para mim e para todos que crêem em Jesus (como o Filho de Deus) e em Sua Palavra (Bíblia) como a Verdade.

Ou seja, libertação não é para os incrédulos e ímpios, é para os crentes… Para aqueles que crêem!

Ela é um “privilégio” dos crentes… somente dos crentes!

Enquanto estivermos vivos, sempre precisaremos de alguma “libertação”, porque o mundo em que estamos nos “bombardeia” e nos sufoca a todo tempo, tentando nos tirar da Verdade, tentando nos seduzir com suas mentiras…

A toda hora precisamos de alguma “libertação”: seja na mente (alma), corpo ou espírito, toda hora somos “bombardeados” pelo sistema.

Um filme que nós vemos, um livro que lemos, um site que entramos, uma música que ouvimos, uma imagem que vemos, ou até mesmo uma simples conversa, podem nos “contaminar” a ponto de tirar nossos olhos da Verdade.

Por isso a libertação é para quem tem o Sangue de Jesus, é um privilégio nosso.

Quem não tem o Sangue dEle sobre a sua vida, nem tem como ser liberto…

E essa também é mais uma grande verdade.

É o conhecimento da verdade que produz libertação.

A todo momento precisamos conhecer a verdade, mais e mais.

E quanto mais nós conhecermos a verdade, maior será a “libertação”, mais estaremos “no Altar” de Deus, e menos “no mundo”.

A libertação é que produz a tão sonhada liberdade.

(Leia o Post sobre Liberdade aqui no Blog: https://sarahsheeva.wordpress.com/2008/04/10/o-que-e-ser-livre/ ).

 

Em João 8.36 diz:

“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.”

 

Todo mundo quer ser livre. Verdadeiramente.

Mas nem todos sabem que para isso é preciso conhecer a verdade.

  

Quem é liberto da mentira?

 

Somente quem conhece a Verdade é liberto.

 

João 8.54,55:

“Respondeu Jesus: Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória nada é; quem me glorifica é meu Pai, o qual vós dizeis que é vosso Deus.

Entretanto, vós (fariseus) não o tendes conhecido; eu, porém, o conheço. Se eu disser que não o conheço, serei como vós: mentiroso; mas eu o conheço e guardo a sua palavra.”

 

Jesus estava nos mostrando que os fariseus não conheciam o Pai Celestial, e não conheciam a verdade.

Repare como Ele diz que, se não conhecesse o Pai (a Verdade) Ele seria mentiroso como os fariseus.

Ele deixa claro que, quem mente e vive na mentira, ainda não conhece a verdade. Portanto, quem mente, ainda não é liberto(a)… seja em um nível (alma), ou em outro (espírito), quem mente está com problemas. Problemas com a Verdade.

Porque se não tivesse problemas, não precisaria mentir, nem viver na mentira.

  

A mentira que mais aprisiona

 

Em minha opinião, a maior e mais perigosa mentira de todas (que nós crentes temos de ter conhecimento da verdade, e temos que vigiar) é o humanismo: A crença de que “nós temos o poder e etc…”

(Ouça a pregação sobre humanismo aqui no Blog:

https://sarahsheeva.wordpress.com/pregacoes-e-palavras/ )

 

O pensamento humanista de que “nós controlamos a nossa própria vida” é uma mentira das grandes…

Tem muito crente que não sabe nada sobre humanismo…

Muitos estão lendo “O Segredo” achando que é “o máximo”…

E mal sabem o problema que estão arrumando.

 

Esses dias eu estava lendo as notícias sobre o final do ano e me deparei com a situação terrível de algumas cidades que foram alagadas e prejudicadas pelas chuvas que ocorreram na virada do ano. Ao ler, me lembrei de algo que eu sempre digo nos púlpitos por aí:

“Se estamos vivos hoje, é porque Deus permitiu que chegássemos até aqui. Não é porque somos bons… mas é porque Ele é bom e escolheu ter misericórdia de nós” (Romanos 9:15 a 18).

Quando alguns dizem para mim que “não tem motivo para adorar a Deus”, porque estão com muitos problemas e etc, eu sempre digo:

“Adore a Deus, glorifique-o, e seja grato(a) a Ele pelo simples fato de você estar aqui agora, vivo, viva, (lendo este Post…) porque se Deus não tivesse te escolhido, você poderia não estar aqui.”

 

Em Jó 27.8 diz:

 

“Porque qual será a esperança do ímpio, quando lhe for cortada a vida, quando Deus lhe arrancar a alma?”

 

Ou seja (traduzindo): “Quem pode garantir que vai amanhecer vivo ou morto? Quem tem o poder sobre a vida e a morte?”

Com certeza não somos nós.

 

Em meio as notícias que li, uma das mais tristes que me chamou a atenção dizia assim:

“Em Cunha, no Vale do Paraíba, seis pessoas da mesma família morreram vítimas de um deslizamento de terra no bairro Barra do Bié na sexta-feira (1º). Apenas uma mulher sobreviveu ao desastre. Ela está internada no Hospital 9 de Julho, na capital paulista, e seu estado de saúde é considerado estável. No soterramento, ela perdeu o pai, a mãe, a irmã, o marido e dois filhos.”

 

Na hora que li isso a primeira coisa que pensei foi:

“Meu Deus! Que coisa terrível… que situação difícil essa mulher deve estar passando…” e fiquei refletindo sobre aquela situação: imagine perder todas as pessoas que você mais ama… que coisa horrível… Com certeza temos que orar por essas pessoas… 

E o Espírito Santo me lembrou que se estamos vivos aqui, se estamos bem… é porque fomos livrados (por Deus) de muitas situações.

Esta é uma grande verdade.

E o conhecimento desta verdade nos faz livres para adorar a Deus,

livres para amá-lo mais…

Livres para sermos mais gratos a Ele por tantos livramentos!

O conhecimento dessa verdade pode te levar a um novo nível de “libertação”, um nível onde você não se deixa mais levar pelas mentiras do humanismo, um nível onde você nunca mais vai depender das circunstâncias (das vitórias) para adorar a Deus…

Um nível onde o seu relacionamento com Deus será inabalável.

A verdade é que Jesus não mente, Ele sempre diz a verdade.

Viver não é fácil… Jesus nunca disse que era. Pelo contrário, Ele disse que teríamos tribulações… mas que deveríamos ter “bom ânimo” porque Ele venceu o mundo.

 

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”

(João 8.32)

Sarah Sheeva

06/01/2010

Somos servos de quem obedecemos…

Somos servos de quem obedecemos

 

Todos nós somos servos de alguém…

Alguns podem pensar que mandam em suas próprias vidas… Mas será que mandam mesmo?

Se uma pessoa tiver de entrar em uma mesa de cirurgia, às pressas, quem garante que tudo sairá bem? O médico?

Será que a pessoa que estará sedada e, portanto inconsciente, pode garantir alguma coisa?

Quem poderá garantir que tudo sairá bem?

Ou quem tem o poder sobre a vida e a morte daquela pessoa? Ela mesma?

O médico?

Com certeza nenhum ser humano tem o poder de determinar o resultado. Podemos até fazer planos, usar do nosso conhecimento e sabedoria humanos… Mas se Deus não nos favorecer, tudo será em vão.

“O coração do homem planeja o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos.”

(Provérbios 16.9)

 

A palavra “Senhor” significa “Dono”.

Quem tem sido o dono da sua vida? Você mesmo?

Quem é o Dono, o verdadeiro Dono?

De quem você depende? Do homem? Do seu trabalho? Da economia e etc?

De você mesmo?

Quem rege a sua vida? O seu humor? O dia a dia?

Quem tem determinado o seu “estado de espírito”? As circunstâncias? Você mesmo?

Ou a Palavra de Deus?

Quem “manda” em você? Quem determina a sua vida?

A  quem  você tem obedecido?

 

(Leia com atenção, e você vai descobrir).

 

A pessoa a quem nós obedecemos damos o “poder ” de ser o nosso “senhor”, o nosso dono, quem (ou o quê) nos domina.

Se nós obedecemos a Deus, então somos servos de Deus.

Mas se obedecemos ao pecado, à vontade da nossa carne, então somos servos do pecado e da nossa carne.

 

“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado.”(João 8.34)

 

A palavra “servo” também significa “escravo”.

Aquele que “comete” significa “aquele que pratica”.

Praticar também é obedecer.

Por exemplo, podemos estar “obedecendo” a uma crença, a uma “programação” da infância, a um ensinamento, a uma tradição, a um sentimento, a uma emoção, ou a uma simples vontade… mas sempre estamos obedecendo a “alguém”.

Podemos nos tornar escravos das nossas práticas, se formos fiéis a elas mais do que somos fiéis a Deus e a Sua Palavra.

Somos “escravos” de quem obedecemos, porque se obedecemos, estamos dizendo que aquilo (ou aquela pessoa) é o “nosso dono”.

Se nós obedecemos, estamos consentindo, dando o poder (para quem é o nosso senhor/dono) de nos dominar, de mandar em nós, de determinar o que faremos ou não faremos.

 

João 8.28-34:

28- Disse-lhes, pois, Jesus: Quando levantardes o Filho do homem, então conhecereis quem eu sou, e que nada faço por mim mesmo; mas falo como meu Pai me ensinou (“Não faço o que quero, obedeço aos ensinamentos do Pai celestial”).

29- E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada (“Eu sempre faço o que Ele quer que Eu faça… Ele lidera, Ele manda… Ele é o Dono…”).

30- Dizendo ele estas coisas, muitos creram nele.

31- Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos (“verdadeiramente sereis meus seguidores, sereis parecidos comigo”);

 32- E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (“e a conseqüência disso será: vocês conhecerão a verdade – como Eu conheço. A verdade que sou Eu mesmo – e então vocês serão livres do pecado, do mundo, da carne, das suas vontades… vocês serão livres – deixarão de ser escravos – de seus senhores, de suas vontades…”).

33- Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém (“nunca fomos escravos de ninguém, somos o povo descendente da promessa”); como dizes tu: Sereis livres? (“Porque precisamos ser livres se não somos escravos de ninguém? De quem precisamos ser livres? De quem – ou do quê – nós somos prisioneiros?).

34- Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete (que pratica, que tem vontade e é dominado pelo) pecado é servo do pecado.(é escravo do pecado).

 

Esse último versículo mostra que, aquilo que fazemos revela quem é o nosso dono.

É por isso que as nossas vontades têm de estar subjugadas ao Espírito Santo (à vontade do Espírito Santo), porque se não, se a nossa vontade nos dominar, ela será o nosso “senhor” (dono), e seremos seus escravos por fazermos exatamente o que ela (a nossa vontade) quer.

Nossas atitudes revelam o nosso querer, revelam a nossa motivação.  O nosso querer revela quem tem governado sobre nós, quem tem nos motivado. Ou seja, as nossas vontades (querer) mostram quem é o nosso “senhor”, porque nós sempre fazemos o que decidimos fazer, o que queremos…  Ou porque temos vontades de fazer, ou porque agimos por fé.  Mas mesmo quando agimos por fé (crendo na Palavra de Deus e ignorando nossas vontades, ignorando as circunstancias, mesmo assim) estamos  fazendo o que decidimos com nosso livre-arbítrio.  Ou seja, estamos fazendo o que queremos.

Deus não viola o nosso livre-arbítrio, Ele determinou que seria assim. Que nós decidiríamos certas coisas… Que nós não seríamos “marionetes” manipuladas por Ele ou por outros… Mas que teríamos o direito de fazer o que queríamos (ou não queríamos) das nossas vidas, para que Ele soubesse exatamente o quê, e Quem nós queríamos. É a maneira como Ele sabe sobre nós, se estamos decidindo eternamente por Ele ou não.

Por causa dessa liberdade de escolha que Ele nos deu, às vezes queremos o pior… isso acontece quando a nossa carne nos influencia, nos sugestiona, e quando damos vazão a ela… E quando damos vazão a ela, damos “poder” a ela, damos “força” a ela, damos o direito a ela de nos influenciar.

Nossas vontades não devem governar sobre nós… porque elas são enganosas. 

“Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” (Jeremias 17.9)

(Coração=alma=mente, pensamentos, vontades, emoções…)

As nossas vontades são corruptíveis, são influenciáveis… por isso elas não são seguras (“enganoso é o coração…”).

Segura e confiável é a vontade de Deus, que é boa, perfeita e agradável. Por isso devemos obedecer a vontade de Deus, e não a nossa.

Uma coisa que agrada a Deus profundamente é quando nós entregamos o nosso “querer” a Ele, porque Ele sabe que nós não somos obrigados a fazer isso, Ele sabe que se fizermos isso, é porque nós QUEREMOS.

Dessa forma seremos verdadeiros servos de Deus, e não servos da nossa carne e do pecado.

Teremos de decidir:

Servo de Deus ou do pecado?

Escravo de Deus ou das nossas vontades?

Se eu tiver de escolher entre dois ou mais “senhores”, eu prefiro ser escrava de Deus (que é justo e bom Senhor e Dono) do que ser escrava da minha carne (que é enganosa e traiçoeira), e do que ser escrava do pecado (que vem do caráter do diabo).

É uma questão de inteligência…

“Porque, quem conheceu a mente do SENHOR, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.”

(1Coríntios 2.16)

 

Rejeite o “espírito de burrice” que tem feito muitos crentes fazerem a escolha errada, e receba a “mente de Cristo”, que é, em outras palavras, a inteligência de Cristo, que nos faz fazer a escolha certa.

                     

                       Que Deus te abençoe,

 

Sarah Sheeva

02/07/2009